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    November 26

    OKEY - VILA DO CONDE


     
     
     
    OKEY - VILA DO CONDE
     
     
     
      
     
     
    Okey, Okey...
     
    Vila do Conde!!!
     
    Para Amigos/as - Okey, Okey...
     
     
     
     
     
     
    Beijinhos do Mar de Vila do Conde...
     
     
     
    FOTOS: 24/Nov./2009
     
    Irene Guimarães
     
    26 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL
     

    November 23

    TURBANTE...

     


     

    TURBANTE...

     

     

    Obrigada Ismail, pelo Turbante...

    4 metros de tecido, enrolado na cabeça...

     

     
     Erfoud, Junho de 2009
     
     
    Irene Guimarães
     
    23 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL 
     

     
    November 22

    MEUS ESPAÇOS...


     
     
     
     
    MEUS ESPAÇOS...
     
     
     
    MUITO OBRIGADA AO AMIGO DEUTZ POR ESTE VÍDEO COM AS MINHAS FOTOS...
     
     
     
     
             
     
    FOTOS BLOG:
     
     
     
     
    (TROFA E MUNDO E TROFA)
     
    (TROFA E MUNDO)
     
    (TROFA E MAIS...)
     
    (SAÚDE PARA SANTIAGO MAIA COSTA)
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     
     

    Foto: 09/Nov./2009 

    Obrigada pela Visita, Amizade e Carinho...

     

    Foto: 21/Nov./2009

    Irene Guimarães

    22 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL


    November 17

    TANGO FIRE - LA CUMPARSITA - E AS CASTANHAS!!!


     
     
     
    TANGO FIRE
     
    LA CUMPARSITA
     
     
     
     
     
     
     
    Tango Fire - La Cumparsita
     
     
    É como o Fogareiro das Castanhas...
     
     
    Boas e Quentes, Morenaças e Estaladiças...
     
    Saltam, são Comidas e Digeridas...
     
     
    Castanhas condiz com Tango...
     
     
    Têm Muita Força...
     
     
    Estamos no Tempo delas...
     
    As Castanhas!!!
     
     
     
     
     
    Foto: "forninho d´avenida" - 11/Nov./2009
     
    "DIA DE S. MARTINHO, VAI À ADEGA E PROVA O VINHO!!!"
     
     
     
    Irene Guimarães
     
    17 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL
     

    November 14

    BRASIL - A MULHER - IMAGEM DA REPÚBLICA


     
     
    BRASIL - A MULHER
     
     
    IMAGEM DA REPÚBLICA
     

     
     
     
    Andréa Cortiano

    Ficou decidido que a República seria representada pela imagem de uma mulher

     

    A REPÚBLICA, nova Imagem da Pátria, quadro de Manuel Lopes Rodrigues, que se encontra no Museu do Estado, em Salvador, após intensas discussões, ficou decidido que a República seria representada pela imagem de uma mulher. Imagem tirada do livro de Eduardo Bueno. Brasil: uma História – A Incrível saga de um País, pág. 242.

    O RIO DE JANEIRO NA REPÚBLICA DO BRASIL
    "O resultado do abandono do projeto republicano original dos propagandistas e de todos quantos, por meios distintos, se empenharam em realizá-lo foi a banalização do regime. Adotada pelo pragmatismo dos donos do poder, a República converteu-se numa instituição meramente formal, incapaz de traduzir conteúdos consistentes que pudessem ser transmitidos às gerações que se sucederam em seu percurso. Isto explica o fato de nessas gerações não se conheceram cidadãos que se autoproclamem republicanos, ao contrário do que ocorrera com a Monarquia, até hoje com partidários confessos. Política e ideologicamente a República, como ideário, esvaziou-se.


    Nascida dos movimentos sociais, a idéia de República percorrera as ruas, o campo e chegara aos locais onde padeciam as suas populações sofridas. Crescera, ainda que sem uma elaboração ideológica mais consistente, em meio às vicissitudes da luta. O liberalismo radical e o socialismo reformista europeus exerceram forte influência nos setores letrados brasileiros. Jornalistas, advogados, médicos e escritores difundiam essas idéias. Houve momentos em que esses grupos se encontraram, e aí o ideal republicano alcançou sua melhor expressão.

    Entretanto, a maneira pela qual as camadas populares absorveram a idéia de República não foi semelhante à forma de sua assimilação por parte das elites liberais. E, nesse sentido, o movimento republicano foi plural, isto é, expressava concepções diferentes, oriundas desses segmentos desiguais, do ponto de vista da estratificação social. "
    (1)

    (1) - Lincoln de Abreu Penna. República Brasileira. Editora Nova Fronteira, Rio de Janeiro, 1999, pág. 39.



    Proclamada a República o primeiro decreto do Governo Provisório confirmava o Rio de Janeiro como Capital da República, mas os republicanos consideraram a possibilidade de transferir a sede dos poderes para o Planalto Central do Brasil, num lugar afastado das turbulências da cidade grande.

    A Constituição de 1891 especificou em seu Artigo 3o que a cidade se tornaria um Estado da Federação quando deixasse de ser o Distrito Federal, mas até 1960 a Capital da República Federativa do Brasil permaneceu no Rio de Janeiro, só então passando para Brasília, cidade que foi construída no Planalto Central Brasileiro, pelo Presidente Juscelino Kubitscheck para ser a nova Capital do Brasil.

    Durante cerca de 70 anos, o Rio de Janeiro foi o palco dos acontecimentos republicanos, mantendo uma situação atípica sob a vigilância da União, cabendo ao Congresso Federal legislar sobre sua organização e ao Presidente da República nomear seu Prefeito pelo prazo de quatro anos, enquanto seus habitantes se incumbiam de eleger deputados e senadores para o Congresso Federal e vereadores para a Câmara Municipal.

    Desde a Independência e particularmente desde o início do Segundo Reinado, quando se deu a consolidação do Governo Central e da economia cafeeira na Província do Rio de Janeiro, a cidade do Rio de Janeiro passou a ser o centro da vida política nacional e o que acontecia na cidade bem como comportamento político de sua população tinha reflexos imediatos no resto do país. Como capital política e administrativa e maior cidade do país, com seus 500 mil habitantes, o Rio de Janeiro estava em condições ou pelo menos deveria estar, de ser o local ideal para o desenvolvimento propício da cidadania.

    Ao final do Século XIX, a República se transformou de ideal utópico em realidade, mas esta trouxe muitas contradições, que vão se desenvolver na História do Brasil, desde o período que ficou conhecido como “República Velha” ou Primeira República, que duraria de 1889 a 1930, e ao longo do restante do Século XX, até marcar quase ao seu final, em 1985, a ambigüidade da “Nova República”, sempre trazendo novas esperanças de uma participação mais ampla da população nos destinos da Nação.

    Acesso ás Páginas da História do Rio de Janeiro
    http://www.marcillio.com/rio/historpr.html

    | A Descoberta | Os Franceses no Rio | Villegagnon - A França Antártica | A Fundação da Cidade |
    | O Rio no Final do Século XVI | O Século XVII | O Século XVIII | D. João VI no Rio | Os Impérios | A República |

    Acesso ás Páginas de Encantos do Rio de Janeiro
    http://www.marcillio.com/rio/encantpr.html

    | Botafogo | Flamengo | Centro | Copacabana | Glória | Jardim Botânico | Laranjeiras | São Cristóvão | Tijuca |
    | Barra da Tijuca | Baía de Guanabara | Ipanema | Lagoa Rodrigues de Freitas | Leblon | São Conrado |
    | RIO 2007 |

    FONTE: http://www.marcillio.com/rio/hirepubl.html
     
     

    November 13

    "O DESPERTAR DA SENSIBILIDADE"

     


     

    "O DESPERTAR DA SENSIBILIDADE"

     

    Andréa Cortiano

    Trecho selecionado do livro "O Despertar da Sensibilidade" (p. 13-19)


    Vou agora examinar esta questão do conflito. Para compreender o conflito, tendes de observar a vós mesmo. E a observação exige desvelo. Desvelo significa compreensão, afeição: como quando se cuida de uma criança, em que não há repúdio ou condenação. Cuidar de uma criança é observá-la, sem condená-la, sem compará-la. Observá-la com infinita afeição, imensa compreensão; estudá-la em todos os seus movimentos, em todas as fases de seu desenvolvimento, em suas travessuras, suas lágrimas, seus risos. O observar, pois, exige desvelo. Esse é o primeiro requisito da auto-observação; por conseguinte, nunca deve haver um momento de condenação, de justificação ou comparação, porém sempre a observação pura e simples de tudo o que está ocorrendo, a cada momento do dia, quer a pessoa se ache no escritório, ou viajando num ônibus, ou conversando com alguém, etc. Cada um deve observar a si próprio tão completamente, com tão infinito desvelo, que daí resulte a precisão, uma precisão absoluta, e não apenas idéias vagas, ação ineficaz.

    Como disse, para observardes a vós mesmo, exige-se atenção completa. Uma mente que está atenta, cônscia de si própria no justo momento em que está a observar-se, está aprendendo a respeito de si mesma. Aprender é coisa toda diferente de acumular conhecimentos. Acho que isso deve ser compreendido muito cuidadosamente. A maioria de nós acumula conhecimentos. Da infância até à morte, estamos sempre registrando; nossa mente se tornou uma espécie de fita de gravação, na qual tudo se vai registrando. De acordo com tal registro, nós atuamos, pensamos, reagimos; e a esse registro vamos acrescentando coisas e mais coisas, todos os dias, consciente ou inconscientemente. Guardamos toda experiência, toda informação, todo incidente, toda lembrança. E a isto chamamos experimentar, aprender. Mas isto, em absoluto, não é aprender; aprender é coisa de todo diferente. No momento em que se começa a acumular, deixa-se de aprender. Pois só a mente que está fresca, que é nova, só a mente que observa com atenção, aprende.

    Penso que devemos perceber a diferença entre estas duas coisas. O conhecimento técnico é cumulativo. A ele vai-se acrescentando mais e mais, e é com base nesse conhecimento que atuamos. Se sois engenheiro, se sois físico, tratais de acumular a maior soma possível de conhecimentos para trabalhar com base nesse conhecimento acumulado. E, por essa razão, nunca há liberdade. É sempre um agir de acordo com o que se aprendeu, consoante o que se adquiriu. No nível do conhecimento técnico, tal ação, tal memória, tal processo cumulativo é absolutamente necessário. Mas nós estamos falando de coisa inteiramente diferente, ou seja que o observar com atenção não implica processo aditivo. Porque, se ficamos meramente adicionando, adquirindo, então, no minuto seguinte de nossa observação, observamos com base no que temos acumulado e, por conseguinte, já não estamos observando. Compreendei isso, por favor.

    É importantíssimo compreender que, quando a mente está sempre acumulando, acrescentando algo a si própria e de tal base observando, então tudo o que ela observa recebe o colorido do que antes foi aprendido, do conhecimento prévio. Essa mente, por conseguinte, é incapaz de compreender um fato novo. E a vida é sempre nova; o viver é algo totalmente novo, a cada minuto do dia. Mas perdemos esse frescor, esse extraordinário sentimento de vitalidade, de beleza, de imensidão, porque vamos sempre ao encontro da vida com nosso conhecimento acumulado e, conseqüentemente, nunca estamos aprendendo, porém apenas adicionando mais alguma coisa às já existentes; com base nesse adicionamento, observamos as coisas, na esperança de aprender.

    Assim, a mente que é séria, que está bem consciente da situação mundial, percebe que o mundo se acha num estado de angustiosa confusão. Nota-se um constante declínio em todas as nações; só uns poucos são capazes de funcionar inteligentemente, em liberdade talvez; os demais se limitam a imitar - são pobres imitações dos computadores, sua ação é ineficaz. A dor, a angústia, a ansiedade, o desespero é que são fatos, e não vossas crenças, vossas esperanças, vossos deuses; o fato do desespero, da ansiedade, da extraordinária persistência do sofrimento, sofrimento sem fim; a crescente animosidade e brutalidade - eis o mundo a que pertenceis. E a função da mente verdadeiramente séria é compreender e transcender esse mundo. A mente séria deve observá-lo. Isto é, deveis observar a vós mesmos, porque vós sois o mundo; porque há em vós angústia, sofrimento, solidão, desespero, ansiedade, medo, porque sois impelido pela ambição, a avidez, a inveja - sois esse mundo. Não sois o que pensais ser - que sois Deus, etc. Isto é só absurda especulação. Tendes de partir dos fatos e tendes de aprender a respeito de vós mesmo.

    Há, pois, diferença entre aprender e acumular conhecimento. O aprender é infinito, não há fim no aprender a respeito de si mesmo. E, por conseguinte, a mente que não está acumulando, porém aprendendo, é capaz de observar seus conflitos, suas tensões, suas dores e secretos desejos e temores. Se assim fizerdes, não acidentalmente, porém todos os dias, todos os minutos - e isso é possível - se vos mantiverdes em constante observação, vereis que adquirireis uma energia extraordinária. Porque então a autocontradição estará sendo compreendida.

    Com a palavra "compreender" não me refiro a algo intelectual. A mente que está fragmentada nunca comprenderá nada. Quando digo que "compreendo certa coisa intelectualmente", o que realmente estou dizendo é que ouço a palavra e compreendo a palavra; isso nada tem que ver com a compreensão. Compreensão implica não só o aspecto semântico, isto é, o sentido da palavra, mas também a apreensão do inteiro conteúdo dessa palavra e de seu significado conforme se aplica a nós mesmos. A compreensão, pois, não é uma simples questão de "cerebração" (mentation) (1) mera operação intelectual. Só podeis compreender alguma coisa, quando lhe aplicais vossa mente, vosso corpo, vossos sentidos, vossos olhos, vossos ouvidos, tudo. E dessa compreensão resulta a ação total, e não ação fragmentária, contraditória.

    Nessas condições, o que interessa - principalmente àqueles que são deveras sérios - é compreender. E a vida exige seriedade, pois não se pode viver neste mundo levianamente. Não podeis estar interessado apenas em vossas próprias aflições, vossos próprios divertimentos, vossos próprios temores. Sois uma parte do mundo e deveis compreender a vós mesmo e ao mundo. Essa compreensão exige extraordinária seriedade, e isto constitui imensa tarefa. E quando sois sério, deveis levar essa compreensão ao extremo, até perceberdes tudo o que a existência implica.

    E, também, o conflito é algo que temos de compreender - compreender, e não dominar. Não tenteis negá-lo, não tenteis fugir dele, porém tratai de compreendê-lo, de ver todo o seu significado, de perceber as várias contradições, na palavra, no pensamento, na ação. Em geral, vivemos vidas duplas, ou triplas, ou múltiplas! Funcionamos fragmentariamente, nosso existir é fragmentário; desejamos ser mundanos; desejamos ter todos os confortos que nos são devidos. O conforto, obviamente, é necessário; mas com esse conforto vem a exigência de segurança. Não só desejamos estar seguros em nossos empregos - reação natural e sã - mas também desejamos estar seguros psicologicamente, interiormente.

    É possível estar-se em segurança psicologicamente, em algum tempo - isto é, estarmos psicologicamente seguros em nossas relações e psicologicamente seguros em relação àquilo com que estamos identificados? A segurança exterior ~ evidentemente necessária. Exteriormente, é absolutamente necessário termos morada, um lar, emprego; mas não nos contentamos com isso. Queremos estar em segurança psicologicamente, interiormente; e aí começam as nossas tribulações. Nunca indagamos se existe realmente segurança interior; entretanto, dizemos que precisamos de estar em segurança interiormente, e nasce assim a ilusão. A partir desse momento, começa a desenrolar-se uma série de conflitos, de conflitos intermináveis.

    Cumpre-nos, pois, descobrir a verdade em relação a essa formidável questão da segurança psicológica - sem procurarmos saber o que outro qualquer diz. psicologicamente, vemo-nos inseguros; por essa razão criamos deuses, deuses que se tornam nossa segurança permanente! Isso gera conflitos. Compreendeis o que entendemos por "conflito"? Entendemos: a contradição; a ação fragmentária; os pensamentos que se chocam; os desejos conflitantes entre si; as exigências contraditórias; as pressões do mundo e a exigência interior de viver em paz com o mundo; a aspiração a encontrar algo além da existência diária, monótona, estúpida; o ver-nos presas na engrenagem da existência diária e desesperadora; o nunca termos uma solução para nosso desespero; a angústia imensa, não apenas pessoal, mas também a angústia do mundo, e nunca encontrarmos uma saída dessa angústia. Eis todos os fatores que geram a contradição - dos quais podemos estar conscientes ou não. Onde a mente se acha em contradição, tem de haver conflito.

    E, muito evidentemente, a mente que se acha em conflito não pode ir adiante; poderá prosseguir na ilusão, mas não é capaz de avançar para descobrir se algo existe além do tempo, além da medida humana. Sem dúvida, esta é a função da religião. A função da mente religiosa é descobrir o verdadeiro. E a verdade não pode ser encontrada num templo ou num livro, por mais venerando que seja. Vós tendes de descobri-la por vossos próprios meios. Não podeis comprá-la com lágrimas, com orações, com repetições, com rituais; por esse caminho se vai ao absurdo, à ilusão, à insânia.

    A mente séria, por conseguinte, deve estar cônscia desse conflito. Com "estar cônscio" quero dizer, observar, escutar. Escutar é uma arte. Com efeito, é uma arte extraordinária o escutar um som. Não sei se já escutastes um som - o som de um pássaro pousado numa árvore, ou o distante buzinar de um carro. Pelo escutar - não pelo julgar, pelo identificar tal som com determinada ave ou determinado carro ou determinado rádio da casa mais próxima, porém pelo simples escutar, vereis - se assim souberdes escutar - como vos tornareis extraordinariamente sensível. A mente se torna sobremodo alertada quando escutamos simplesmente - isto é, não interpretando o que ouvimos, não tentando traduzi-lo, não o identificando com o que já conhecemos - pois isso nos impede de escutar. Mas, se escutardes simplesmente - escutardes vossos pensamentos, vossas exigências, o desespero de vossa existência, não tentando interpretar, traduzir nada, não tentando fazer alguma coisa em relação ao que se escuta - vereis que vossa mente se tornará sobremodo lúcida.

    E só a mente muito lúcida, a mente sã, racional, lógica, em que não há conflito, consciente ou inconsciente - só essa mente pode prosseguir até descobrir, por si própria, se existe uma Realidade. Só essa mente é religiosa. E só essa mente pode resolver os problemas do mundo. Os problemas do mundo são inumeráveis e se estão multiplicando. E se não fordes capaz de resolvê-los lógica, equilibrada, sãmente, com vosso espírito de todo livre de conflito, estareis apenas criando mais confusão, mais angústias para o mundo e para vós mesmo.

    A primeira coisa, por conseguinte, que nos cumpre fazer é observar com atenção, todas as murmurações, então os temores, ilusões, desesperos de vosso próprio ser. E vereis então, por vós mesmo - e para isso não se necessita de provas, nem de gurus, nem de livros sagrados - se a Realidade existe. E encontrareis aí, um extraordinário sentimento de libertação do sofrimento. Ai existe a claridade, a beleza e aquela coisa que está faltando hoje à mente humana: o amor, a afeição.

    Madrasta, 12 de janeiro de 1964.



    FONTE: Instituição Cultural Krishnamurti
    http://www.krishnamurti.org.br/?q=node/31

    Tags: livro


    November 11

    Ricardo Montaner - Tan Enamorados

      


     

    Ricardo Montaner - Tan Enamorados


         

     

    Para Ti Amor...

    Novo Saber e Saborear...

     

      

     

    Beijinhos e Muito Amor!!!

    Irene Guimarães

    11 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL


    O UNIVERSO HOLOGRÁFICO

     

     
     
     
    O UNIVERSO HOLOGRÁFICO
     
     
    Estudo o Tema e Treino as Técnicas...
     
     


    Matrix
    O Universo Holográfico


    “O conceito matemático de Matriz [= Matrix, em inglês] consiste em uma ordenação adequada de símbolos [normalmente números] no espaço. Em duas dimensões, essas ordenações são chamadas de 'linhas' [na horizontal] e 'colunas' [na vertical]”.

    Somos emanações divinas presentes eternamente no infinito AGORA. Tudo que observamos são nossas criações mentais. Tempo e espaço são conceitos ilusórios que criamos, formando uma prisão, que podemos chamar de 'Matriz'. A única verdade é o Amor Infinito - todo o resto é ilusão. Vamos aos detalhamentos:

    1.Hologramas são projeções de energia ou 'luz' que parece, ao observador, ser uma forma de 3 dimensões, mas na realidade são uma série de códigos e padrões de onda que apenas geram a ilusão de 3D quando um laser emite sua luz sobre esses hologramas. Toda a realidade dos 5 sentidos é uma ilusão holográfica que apenas existe de uma forma 'sólida' porque o cérebro/mente humana faz com que se aparente desta forma. O mundo 3D de paisagens, mares, edifícios e corpos humanos, apenas existe nessa forma quando nós olhamos para ele! Se não ele é uma massa de campos vibratórios e códigos. No filme Matrix, a Matriz é representada, vista de fora, por uma série de números verdes e códigos, enquanto que do interior ela é vivenciada como o tipo de mundo em que nós pensamos que vivemos - montanhas, ruas, pessoas etc. Esta é uma boa analogia.

    2.Nós não enxergamos com os nossos olhos, nós enxergamos com o nosso cérebro! No caminho dos olhos até o córtex visual, região cerebral responsável pela “fabricação” da visão (gnosia visual), os lobos temporais editam e reconstroem até 50% ou mais da informação original que entra através da retina e nós apenas “vemos” o que o cérebro, com todas as suas realidades condicionadas, decide o que ele está vendo.

    Em “O Universo Holográfico”, Michael Talbot conta-nos que nos anos ‘70 seu pai contratou um hipnotizador profissional para entreter um grupo de amigos. Um dos escolhidos para ser hipnotizado foi um homem chamado Tom e era a primeira vez que ele encontrava-se com um hipnotizador. O que os hipnotizadores de palco fazem é programar as pessoas para acreditarem que elas estão vendo algo ou fazendo algo que, na verdade, não passa de pura invenção. O hipnotizador fez Tom acreditar que existia uma girafa na sala e mais tarde fez com que comesse uma batata crua acreditando que era uma maçã. Essas são confirmações de que o cérebro vê e experimenta o que ele é programado para acreditar o que ver e experimentar. Mas a parte mais interessante da história veio quando Tom foi trazido de volta para o estado de consciência desperta. Logo antes do hipnotizador terminar o estado de transe formal, ele disse a Tom que quando ele acordasse ele não seria capaz de ver sua filha, Laura. O hipnotizador pediu a Laura para ficar em pé de frente e junto do pai de tal forma que quando ele abrisse os olhos ele estaria olhando no estômago dela. Quando perguntaram a Tom se ele conseguia ver sua filha, ele respondeu que não. Laura se mexeu bastante, mas não deu nenhum resultado. O hipnotizador se colocou atrás de Laura e segurou algo contra as costas de Laura. Para ver esse objeto, Tom teria que ver através de sua filha. O hipnotizador pediu a Tom para dizer o que ele estava segurando em sua mão e, inclinando-se para frente para junto do estômago da filha, ele disse: “um relógio”. Foi-lhe pedido então para ler a inscrição no relógio e ele leu. O hipnotizador confirmou que realmente estava segurando um relógio com a inscrição descrita por Tom. A mente de Tom foi programada para acreditar que ele não poderia ver sua filha e portanto ele não a viu. Além disso, ele pôde ver o que estava atrás dela. Como isso é possível? Nós construímos nossa realidade “aqui dentro” e não “lá fora”.

    3. Uma afirmação perfeitamente correta é: "conhecereis a verdade e a verdade vos libertará". Na prática, uma grande parte do que conhecemos é Mentira. Existem entidades (como os manipuladores reptilianos, draconianos, “greys” e seus fantoches, além da própria Matriz que nós mesmos criamos) que nos repassam informações erradas (mentiras!) visando nos escravizar (retirar nossa liberdade) e nos retirar Poder. Uma das mentiras mais enraizadas em nós é o nosso conceito (ilusório) de separação espacial e de tempo.

    Comecemos pelo nosso conceito de tempo: com o conceito de tempo estabelecido na superfície de nosso planeta Terra, todos nós podemos praticar um ato posterior ANTES de um ato anterior, basta cruzar de oeste para leste o “meridiano do tempo”, que cruza o Oceano Pacífico exatamente na localização oposta ao meridiano de Greenwich. Desta forma cria-se uma diferença de tempo entre os atos de quase 12 horas! Que absurdo! Nosso conceito de Tempo é uma tremenda ilusão. Passado, presente e futuro: ilusão! Então, como funcionam todas as coisas, sem o conceito de Tempo? Na realidade só existe o infinito e eterno Presente, o AGORA, com todos nossos conceitos de eventos passados e futuros ocorrendo no eterno Agora, em realidades paralelas simultâneas, criadas por nossas mentes. É exatamente por causa disso que videntes conseguem “ver” e “sentir” acontecimentos “passados” e “futuros”: eles estão presentes no Agora! Reencarnação, portanto, não é um processo de vir e sair deste mundo com o passar do tempo: é mover-se para dentro e para fora de diferentes realidades, todas acontecendo simultaneamente.

    Ainda não está convencido sobre a ilusão do tempo? Então considere um dos grandes mistérios que é a predição do “futuro”, que muitos estudos já provaram ser possível. Um exemplo nesse sentido é o “teste da cadeira” proposto pelo vidente holandês Gerard Croiset: investigadores iriam identificar eventos em salas espalhadas pelo mundo que não tivessem assentos numerados pré-alocados. As pessoas sentariam onde quisessem quando elas chegassem ao local do evento. O investigador daria a Croiset um assento particular para ser focalizado semanas antes do evento e ele teria que descrever a pessoa que iria sentar lá durante o evento futuro. Durante 25 anos Croiset descreveu os ocupantes dos assentos com enorme precisão. Dra. Jule Eisenbud, professora clínica na Universidade do Colorado, conduziu um desses testes em 1969. Mais de duas semanas antes de um evento em Denver, Colorado, Eisenbud contactou Croiset na Holanda e deu a ele um assento para “ler”. Croiset disse que o homem que iria sentar naquela cadeira tinha cerca de 1.75m de altura e trabalhava na indústria e com ciência. Em seu trabalho, disse Croiset, ele usava um avental de laboratório que estava manchado com um produto químico esverdeado. Ele disse que o homem tinha os cabelos pretos, penteados para trás, uma cicatriz no seu dedão e um dente de ouro na sua mandíbula inferior. 17 dias depois, este mesmo homem sentou no assento e Croiset estava correto em todos os detalhes, inclusive sobre sua altura. Como isso é possível? O homem “depois” na cadeira e o homem “antes”, antes mesmo que ele inclusive soubesse que ele iria àquele evento, não eram eventos que estavam acontecendo separados por várias semanas: eram eventos concomitantes na eternidade. Eles estavam acontecendo simultaneamente. Eram duas realidades mentais distintas, mas acontecendo no Infinito AGORA!!

    4. Uma ilusão só pode controlar você quando você pensa que ela é real. Quando nós observamos nossas experiências diárias nós estamos olhando em um espelho de nós mesmos. Portanto, para mudar seu mundo mude a você próprio. Não culpe os outros, pois isso é aceitar que os outros têm poder sobre sua vida e sobre a realidade que você cria.

    Não existe nada que não possa ser explicado, uma vez que entendamos que o Amor Infinito (Unicidade) é a única verdade e todo o resto é ilusão e que nós estamos criando a ilusão ou tendo a ilusão programada em nós por acreditar que ela seja real. Lyall Watson, biólogo e autor de “Supernature”, diz ter presenciado uma mulher Indonésia chamada Tia, uma xamã, conversando com uma menininha em um pequeno bosque de árvores. Ele olhava a cena de uma curta distância e ela não sabia que ele estava lá observando. Ela pareceu explicar algo à garota e um certo ritual de dança e de gestos começou. Para o espanto de Watson, o pequeno bosque de árvores desapareceu e, após alguns segundos, voltou novamente. "Num momento Tia dançava no bosque sombreado; no seguinte ela ficava em pé sob um sol escaldante", ele disse. “Ela conseguiu 'ligar' e 'desligar' o bosque várias vezes”, com Watson olhando sem acreditar. Isto é impossível? Não, não é. O bosque é uma ilusão holográfica e aqueles que compreendem como o processo funciona podem se desconectar dessa realidade, o sonho de consenso que concorda que o bosque existe. Com Lyall Watson observando esta cena intensamente, foi fácil para ele tornar-se parte do campo de realidade de Tia e também ver o bosque aparecer e desaparecer. Outras pessoas poderiam ter observado isso de uma ilusão de realidade de consenso e o bosque não teria desaparecido para elas. Isto explica porque algumas pessoas podem caminhar através de paredes - elas acreditam que podem e essa torna sua experiência. Elas desconectam suas mentes e corpos das leis da realidade de consenso que insiste que isso é impossível. Quando digo "acreditar", isto é um nível de crença muito além de qualquer pessoa que apenas diz “eu acredito”. Não é crença, é um conhecimento, um ser. Existe um velho ditado que diz que nós podemos “mover montanhas”. Isto não tem um significado literal? Por que não? Se um bosque pode desaparecer, porque não uma montanha? A montanha é uma ilusão holográfica e nossa mente controla a ilusão. Por que nós não movemos montanhas? Nós podemos, mas nós não fazemos, porque nós não sabemos que nós podemos. A realidade de consenso, programada, diz que a própria idéia é ridícula e se acatamos essa realidade, assim é. Porém se criarmos uma outra realidade que diz o oposto, moveremos montanhas!

    5. As “leis” do mundo dos 5 sentidos podem apenas ser aquilo que nós pensamos que elas são, e enquanto aceitarmos elas como real nós estaremos sujeitos às suas limitações. Da mesma forma, se nós pudermos livrar nossas mentes dessas realidades, nós não estaremos mais sujeitos às suas “leis” e limitações. Isto é o que chamamos “milagres”. Quase todos já leram sobre feitos inexplicáveis como caminhar no fogo sem se queimar, ter espadas atravessadas através do corpo sem se machucar ou deixar cicatriz, levitação e muitas outras coisas. Nenhum desses fenômenos é possível para a ciência materialista convencional, mas isso é simplesmente porque a ciência convencional é o conhecimento equivalente a um filme do Mickey Mouse. David Icke conheceu uma mulher que separou um quarto de sua casa para ser usado por meditadores sérios, meditadores que queriam meditar por longos períodos sem serem perturbados. Um cara entrou e não apareceu por muitos dias e ela ficou curiosa para saber se ele estava bem. Ela pegou um copo de chá para ele e abriu a porta devagarinho. No momento seguinte o copo se espatifou no chão porque quando ela olhou para ele, a metade de baixo de seu corpo estava invisível. Impossível? É possível sim e perfeitamente explicável.

    Em 1905, o paranormal Indridi Indridason fazia parte de um projeto de cientistas eminentes da Islândia no terreno do “paranormal”. Quando ele entrava em transe profundo os cientistas viam diferentes partes de seu corpo desaparecer e reaparecer. Tudo é possível, literalmente tudo, porque nós somos infinitas possibilidades. David Icke também conta que uma mulher do Texas lhe contou que um dia, pela manhã, ela acordou próximo do marido e encontro-o flutuando a cerca de 1,80m acima da cama, ainda dormindo...

    O Dr. William Tufts Brigham, o curador do Bishop Museum de Honolulu, era um investigador perspicaz do “paranormal” e seus estudos envolveram os ”milagres” feitos por xamãs havaianos, ou kahunas. Ele testemunhou uma delas curar um homem que tinha quebrado a perna tão forte que pedaços do osso estavam atravessando a pele. A mulher kahuna “orou” (pensamento concentrado) e meditou ao lado do homem e esticou sua perna, empurrando os ossos quebrados. Após alguns minutos ela disse que a cura estava completa e o homem se levantou e saiu andando sem nenhum sinal de seu severo machucado de minutos atrás. Isto é possível porque, na realidade, não existe osso - isso também é uma ilusão...

    6. Um pouquinho sobre o “carma”: a crença na realidade sólida materialista é fundamental na ciência oficial, assim como a necessidade de que tudo seja provado através de experimentos que possam ser repetidos. Cientistas que sugerem explicações alternativas são jogados no ostracismo ou sabotados, para se defender a “sabedoria” existente. Fundamental para perdermos de vista nossa unidade infinita é a política oficial da ciência não-alternativa que apresenta o mundo como partes desconectadas e isto está refletido na própria estrutura da ciência, com suas especialidades compartimentalizadas, que raramente conversam entre si. Mas, quando as crenças dos cientistas estão afetando os resultados dos experimentos, como a física quântica está cansada de mostrar, de que valia é este dogma? Uma partícula subatômica chamada ”anomalon” foi verificada ter propriedades diferentes em diferentes laboratórios, o que é equivalente a ter um carro que muda de cor e outras características dependendo de quem o está dirigindo. As “leis” da Ciência apenas se aplicam porque os cientistas acreditam que sim e, graças ao estado divinizado da Ciência: o que ela decide que é “real” torna-se a realidade de consenso. Mas tudo é uma ilusão.

    Tome, por exemplo, a lei básica da Ciência conhecida como “Lei de Causa e Efeito”, o fundamento da chamada “Lei do Carma”. Para cada ação tem que existir uma reação. Isto é verdade - mas apenas se você acredita que é. Se você acredita que não é verdade então ela não é! As pessoas possuem carma apenas porque elas acreditam que elas o possuem em suas mentes individuais e coletiva. William Tiller, físico da Stanford University, escreve: "quando chegamos nas fronteiras de nossa compreensão, podemos de fato deslocar as leis de tal forma que nós estamos criando a física enquanto caminhamos". Não existem “leis”, apenas possibilidades infinitas. O que é realidade? O que você pensa que é? Então isso é o que é.

    Místicos têm comunicado idas a “Salas de Saber” em seus mundos não-físicos e relatado que a Terra é uma “universidade” espiritual onde as pessoas vêm para aprender algumas duras lições e trabalhar seus carmas. Isto é uma total ilusão! "Você acha que o Infinito tem que ir para escola aprender algo quando ele sabe tudo que existe para saber?". Sobre o carma, a idéia que você experimenta aquilo que você fez os outros experimentar, pode-se perguntar: "Por que teria o Infinito de experimentar aquilo que ele mesmo fez experimentar?". A idéia do carma é uma manipulação da Matriz para embasar a crença na passagem do “tempo” - é o meu carma de uma vida passada ou eu estou gerando carma para meu futuro - e para manter as pessoas em um estado de culpa e de auto-condenação. "Amor Infinito não julga a si ou pune a si mesmo - estas são ilusões da desconexão".

    Estas áreas do conhecimento são muito mais subversivas para o sistema do que simplesmente expor a rede de sociedades secretas ou a agenda global porque elas oferecem meios que nós podemos pensar de excluir a agenda e seus valores fascistas de nossa existência e pensar e trazer uma nova realidade em existência. Esta é a transição da prisão para o paraíso. Como toda realidade, a transição tem que acontecer primeiro na mente - ou, mais acertadamente, no coração - e apenas então pode ser experienciada no mundo ”físico” como holograma manifesto. Rejeitar a realidade de consenso e criar a nossa própria é a transformação. É como o conto de Andersen “A Roupa Nova Do Rei”. A realidade de consenso era que ele estava vestindo roupas novas lindas, porque a multidão não queria admitir que ele estava nu. Foi preciso que uma criança gritasse "o rei está nu" para quebrar o encanto e propagar o óbvio.

    7. Acredito que todos já tenham ouvido falar do Conde Drácula, não? É uma ficção, porém baseada em fatos reais, que estão ocorrendo agora na nossa aristrocracia/realeza (Drácula > Draco > Draconianos = linha reptiliana “real”).

    Primeiramente, uma introdução: há uma técnica de controle mental chamada de Distúrbio de Múltiplas Personalidades (MPD, em inglês). Isto ocorre quando a mente é fraturada, através de trauma e programação, em uma série de aparentes “personalidades” ou “personagens”, cada um com diferentes atitudes, crenças e, até, diferentes “idades” ou “sexos”. David Icke testemunhou um caso (na sala de um terapeuta) de uma mulher de 30 anos que manifestou sete distintas “personalidades” em meia hora de sessão, incluindo uma de bebê. Cada personalidade tinha seu próprio nome, antecedentes e características, e cada uma foi trazida à tona, em seqüência, pelo terapeuta pelo uso de palavras corretas de acionamento e por códigos. Quando uma personalidade era comutada para outra, a face da mulher mudava, inclusive a cor dos olhos e características da pele (cicatrizes podem desaparecer quando uma personagem substitui outra como a mente consciente). A pessoa pode estar doente, em um modo, e perfeitamente saudável no outro. Mulheres com MPD podem ter diferentes ritmos menstruais com cada personalidade, e parecerem mais velhas ou mais jovens. Agora, como é o outro termo para essa transformação instantânea das feições da face e do corpo? Mudança de forma (“shape-shifting”, em inglês). Esta é uma das características do Drácula: mudança de forma, assim como os humanos reptilianos. Drácula é um vampiro, assim como os humanos draco-reptilianos, que bebem sangue humano comum, alimentando-se da energia humana. A linha dos manipuladores está seriamente envolvida em sacrifícios humanos e em rituais de beber sangue em toda a nossa história. Os registros sumérios revelam que os Anunnakis, deuses da Antiga Suméria que igualmente apreciavam o derramamento de sangue humano, eram uma raça reptiliana.

    8. Quando os místicos meditam, antes de executarem um “milagre”, eles estão se desconectando da realidade de consenso, a mente coletiva, que diz que o “milagre” é impossível.

    O que não vemos, nós inventamos: nossos olhos possuem um ponto cego, onde o nervo óptico se conecta ao olho, no meio da retina. Qualquer que seja o objeto que olharmos, nós não podemos ver nada que incide naquela parte do olho, mas o cérebro constrói a cena completa usando a informação disponível e, portanto, preenche o “buraco” usando para tal as imagens vindas do outro olho ou recolhidas na memória. Realidade é apenas aquilo que nós fomos programados a acreditar que é. Vemos apenas o que estamos condicionados a ver e editamos (eliminamos) tudo o que contradiz esse condicionamento.

    Implantar crenças é tudo o que os manipuladores desejam, pois é através da crença que nós manifestamos nossa realidade. Geralmente, a crença cria a Polarização; polarização = divisão e conflito, divisão e conflito = dividir e dominar. Eles desejam crenças rígidas e em conflito, por esta razão; eles não se importam muito com o que você acredita piamente, contanto que você acredite piamente em algo, porque assim eles podem jogar você contra os outros que acreditam piamente no (aparente) oposto.

    Albert Einstein disse: ”nós precisamos lembrar que nós não observamos a natureza como ela existe realmente, mas a natureza exposta aos nossos métodos de percepção. As teorias determinam o que nós podemos ou não podemos observar”. O que nós pensamos que vemos como edifício, pessoas, florestas e lagos são, na realidade, ilusões holográficas tridimensionais conjuradas nessa realidade por nossas próprias mentes. As sessões de hipnose exemplificam bem esta situação.

    O que é “livre arbítrio”? A mente consciente não é aquela que, no final, está no controle dos eventos, exceto na forma que ela decodifica os padrões holográficos 3D de acordo com o seu senso de realidade. O Inconsciente é a fonte principal de resposta humana e de comportamento, e não a consciência que pensa que está tomando as decisões. Experimentos revelaram que os sinais no cérebro, necessários para mover um braço, abrir a boca ou executar qualquer ação física, começa um segundo e meio antes da mente consciente tomar a “decisão” correspondente.

    A Matriz foi criada pelo Inconsciente Coletivo e a mente consciente foi aprisionada pelas ilusões assim criadas. A Matriz tomou vida própria quando ela acessou uma fonte de energia própria: o medo gerado pelas mentes consciente e Inconsciente aprisionadas em uma ilusão que acreditam ser “real”. Este medo auto-percebido, a Matriz, então aprisiona também o Inconsciente Coletivo na ilusão. É o Inconsciente que os manipuladores visam controlar. Estamos condicionados a ver o que nos é dito para ver, pelas normas da sociedade. A hipnose nos vem de inúmeras formas: na infância estamos sujeitos à programação de nossos pais, que instilam suas próprias realidades sobre nós. Isso se compõe, em seguida, com a educação que recebemos na escola. Educação não está envolvida com o desenvolvimento da auto-percepção, ela meramente prepara os jovens para os trabalhos que servem ao sistema. A educação verdadeira seria desaprender a doutrinação incutida pela “educação” oficial. O hipnotizador residente encontra-se no canto da sala: “mamãe, onde eu aprendo o significado da vida?”. “Oh, cale a boca e veja TV”. “OK, mamãe...”.

    9. Fatos incomuns podem acontecer quando as pessoas manifestam ilusões diferentes e sonhos diferentes. Quantas vezes temos sonhos nos quais participamos de eventos que iriam nos matar ou machucar, mas isso não acontece? Da mesma forma, ser for sua realidade que o fogo não pode queimar seu pé, então ele não pode. Por que? Porque seus pés não existem mais do que o fogo! Como pode uma ilusão queimar uma ilusão, a não ser que acreditemos que ela possa e manifestemos essa realidade: a ilusão da queimadura e a da dor? Quando sentimos dor, é no cérebro que a sentimos e não no dedão que chutou a perna da mesa. O cérebro manifesta a dor pela mensagem que ele recebe e o cérebro condicionado sente dor apenas porque ele pensa que deve sentir. Isto é o que o programa de computador diz e isso é o que ele entrega como resultado. Quando você muda o programa, você obtém uma realidade diferente: sem queimadura e sem dor.

    “Milagres” são apenas saídas da realidade de consenso para onde suas ”leis” ilusórias não mais se aplicam. Como pode o seu corpo queimar quando você sabe que ele é apenas uma ilusão holográfica de sua mente? Como pode uma ilusão holográfica ser prejudicada por uma espada ou uma bala, que também é apenas uma ilusão holográfica? Resposta: apenas quando você acredita que isso é possível! O homem que “perdeu” metade do seu corpo quando meditava foi para um tal estado de consciência (sua realidade) que seu corpo holográfico começou a segui-lo. Fazendo isso, ele começou a desaparecer, retirando-se desta realidade.

    Quanto à levitação e outros fenômenos ditos “paranormais” (paranormais para a realidade de consenso), o princípio é o mesmo. "Quando você levita, não é você que vai 'para cima', é o seu 'mundo' que vai 'para baixo'." Mas não é a levitação a arte de sobrepujar a gravidade? Apenas se você pensa que é, porque a gravidade é outra ilusão. Se nós não acreditarmos nela, nós não iremos estar sujeitos às suas leis. Não existem leis a não ser que nós acreditemos que elas existam. Amor infinito é a única verdade, tudo o mais é ilusão. Pessoas têm levantado carros para salvar seus filhos: suas mentes em estado emocional altamente concentrado mudam as realidades e não ficam mais sujeitas às “leis” desta realidade que conhecemos. Todos conhecem fatos semelhantes a este.

    Muitos tentam fazer esses aparentes “milagres” com a chamada “iluminação” ou “avanço espiritual”, o que pode vir ser uma armadilha. Você não é um “deus vivo na Terra” por conseguir fazer esses truques que vêm do conhecimento de como nós criamos a realidade: os manipuladores estão usando essas técnicas o tempo todo. Essas habilidades podem ser usadas (e o são) por aqueles que desejam expor a ilusão e ajudar as pessoas a despertarem dela. Mas não precisa ser assim: isso é apenas um conhecimento e você pode usá-lo da forma que desejar...

    10. No laboratório podemos gerar um holograma a partir de um feixe de luz emitido por um laser. Divide-se esse feixe em dois feixes: um vai diretamente à chapa fotográfica e, o outro vai para essa mesma chapa fotográfica após ser refletido pelo objeto a ser fotografado. Para reproduzir a foto do objeto, em 3 dimensões, usa-se o mesmo laser para iluminar o holograma gerado na etapa anterior. Uma das características espantosas do holograma é que cada parte contém o todo: se você cortar o filme holográfico em quatro partes e incidir o laser em cada um desses pedaços, eles não irão revelar quatro partes da cena fotografada, mas cada pedaço irá mostrar um versão menor de toda a cena. Você pode cortar a chapa em quantos pedaços quiser e eles sempre irão projetar a mesma imagem inteira (completa), quando o laser os iluminam. É exatamente porque o corpo humano é um holograma que cada célula contém toda a informação necessária para “crescer” um corpo inteiro. Portanto, pode-se clonar pessoas e animais a partir de uma única célula, usando-se sua informação genética contida no DNA (ácido desoxiribonuclêico).

    A Medicina convencional tende a rejeitar alternativas como a Acupuntura, a Homeopatia, a Reflexologia, as Medicinas Tradicionais Xamânicas, etc. Mas se ela não estivesse tão “hipnotizada” pelo cartel farmacêutico dos manipuladores, ela iria perceber que o corpo é um holograma e a base de tais terapias alternativas não poderia ser mais simples. A Reflexologia, por exemplo, baseia-se no entendimento de que diferentes partes do corpo (pés, mãos e orelhas) são espelhos de todo os órgãos e quando se trabalha sobre estas imagens refletidas, atua-se sobre o órgão da mesma forma. A mesma coisa acontece com a Iridologia: todos os órgãos do corpo estampados na íris dos olhos. Isto é perfeitamente lógico, já que o corpo é um holograma e cada parte do holograma contém a imagem do todo: cada célula contém o todo. A Acupuntura baseia-se nos sub-sistemas holográficos do corpo, assim como a Kiromancia, porque a mão contém informação de todo o corpo. O corpo holográfico é uma expressão do holograma que é o universo e o cosmos, assim como cada parte do corpo ( o Micro-Cosmos repete o Macro-Cosmos).

    O cérebro não é a alma, o cérebro é um computador usado pela mente e portanto os cientistas nunca conseguiram localizar onde, no cérebro, encontra-se a alma. Eles nunca irão encontrar, porque a alma não está lá. Nós não pensamos com o cérebro, mas através do cérebro, na nossa realidade dos 5 sentidos. A ciência oficial também não localizou a área do cérebro que contém a memória, porque a memória, o “disco rígido do computador” está espalhada por todo o cérebro, já que o cérebro é um holograma e cada parte contém o todo. Pessoas já tiveram boa parte do cérebro removidas, por causa de tumores e surpreendentemente não perderam certas memórias específicas. O holograma tem uma enorme capacidade de armazenar informação: pode-se armazenar muitas cenas em um mesmo filme holográfico, por exemplo, e mudando-se o ângulo de incidência da luz do laser, escolher qual a cena que se quer ver. Nossa memória funciona de forma semelhante: possuímos memória fotográfica holográfica. Pessoas podem “ler” objetos, como relógios e jóias, e tirar deles informações detalhadas de suas histórias e dos donos, porque os objetos são hologramas que registram essas informações. Os hologramas de nosso corpo armazenam a memória de todos nossos sentidos. Quando, por exemplo, cheiramos algo isso pode acionar uma memória tão poderosa como quando vemos ou escutamos algo que nos lembra uma certa experiência. A memória holográfica estende-se além do cérebro para todo o corpo holográfico. O holograma do corpo contém a memória do holograma do cosmos e assim por diante. Tudo está conectado com tudo. Tudo É tudo. A Matriz não pode dividir o todo em partes porque a Unicidade é sempre a Unicidade, mas a Matriz pode dar a ilusão de divisão e de polaridade, e isso é o que ela faz, manipulando nosso sentido de realidade. Divisão e polaridade são ilusões, porque tudo é Um.

    11. Vejamos algumas informações sobre nossos sentidos holográficos. Todos os nossos 5 sentidos são holográficos e estão localizados por todo o corpo-holograma. Sim, até a nossa visão. É claro que não precisamos de olhos para ver, quando analisamos os inúmeros relatos daqueles que passaram pelos fenômenos de experiência “fora-do-corpo” e de “quase-morte”. Eles se desprendem de seus corpos e de seus olhos físicos, mas eles continuam a ver. Isto é possível porque a mente não vê, apenas decodifica padrões de freqüência em ilusões holográficas que ela pensa que vê (gnosia visual). É uma realidade virtual e você não precisa de olhos para ver aquilo que sua mente está pensando, porque isso tudo está acontecendo “aqui dentro” e não “lá fora”. Se algo pode decodificar freqüências em hologramas, este algo pode “ver”. Como todas as consciências podem fazer isto, tudo pode ver e cada parte do corpo holográfico possui “olhos”. Portanto, podemos ver através de qualquer parte do corpo, já que o corpo é um holograma. Experimentos mostram que ratos continuam a ver perfeitamente com 90 % do córtex visual do cérebro removido e gatos continuam a ver após 98 % de seus nervos ópticos deixarem de funcionar. Muitos experimentos mostraram que certas pessoas podem ver e ler através das mãos, com seus olhos vendados. As mãos e todas as outras partes do corpo podem enviar mensagens ao córtex visual no cérebro, de onde nós “vemos”. De fato, não precisamos, inclusive, de cérebro para ver, isto é mais um nível da ilusão. Por acaso o Infinito precisa de olhos e de um cérebro para ver??

    Paul Bach-y-Rita, um neurocientista e médico na Universidade de Wisconsin em Madison, Estados Unidos, diz: “você não vê com os olhos. Você vê com o cérebro (indo mais além: você vê com a mente). Quando uma imagem atinge a retina do olho, ela torna-se pulsos nervosos sem diferença daqueles que vêm do dedão do pé”. Informação entra nos olhos como um padrão de freqüências e o cérebro o transforma em uma imagem 3D. Como cada parte do holograma contém o todo, cada parte do corpo - a mão, o pé, o joelho - tem a capacidade de passar padrões de freqüências para o cérebro, que os transformam em hologramas que nós podemos “ver”. Isto significa que as pessoas realmente possuem “olhos nas costas”, como se diz. Já ouvi falar de pessoas que conseguem ver em 360 graus quando elas entram em estados alterados de consciência, que fazem com que elas se sintonizem a esses sentidos, retirando o foco da realidade de consenso dos 5 sentidos. Tudo perfeitamente explicável de uma perspectiva holográfica. A revista Life reportou que uma russa chamada Rosa Kuleshova podia ler com a ponta dos seus dedos e outros podiam fazer o mesmo com outras partes de seus corpos, como nariz e orelha. David Eisenberg, da Harvard Medical School, comenta que duas irmãzinhas chinezas podiam ler com suas axilas!

    Paul Bach-y-Rita e outros descobriram que nós podemos ver através da língua. Eles desenvolveram um dispositivo para estimular a habilidade da língua para perceber imagens e isto tem permitido a pessoas cegas recuperarem a visão. Um relatório diz: “a língua, um órgão do paladar e do tato, pode parecer um substituto improvável dos olhos. Afinal, ela está normalmente escondida dentro da boca, insensível à luz, e não conectada aos nervos ópticos. Porém, um volume crescente de pesquisas indica que a língua pode ser o segundo melhor lugar do corpo para receber informação visual do mundo e transmiti-la para o cérebro”. Pesquisas anteriores têm usado a pele como uma rota para as imagens que chegam ao sistema nervoso. Pessoas conseguem decodificar pulsos nervosos como informação visual que vêm de outras fontes, que não os olhos, mostrando quão adaptável e plástico é o cérebro. A maioria das pessoas não acessa estas habilidades inatas porque elas não sabem que elas as possuem e elas não acreditam que elas as possuem. Nós somos o que nós pensamos que somos e nós conseguimos fazer aquilo que nós acreditamos que nós podemos fazer. Cada parte do holograma possui os sentidos do todo e é consciente. No livro “O Universo Holográfico”, Michael Talbot conta que ele estava tendo um problema com o baço e ele estava usando visualização para tratar o problema, usando sua mente para rebalancear o holograma constituído pelo baço. Uma noite ele ficou frustrado com o processo e, na privacidade de seus próprios pensamentos, deu a seu baço uma reprimenda por não responder com suficiente rapidez. Alguns dias depois ele foi consultar uma vidente sobre sua saúde e ela identificou o problema no baço e, então, parou, parecendo confusa, antes de dizer: “seu baço está muito perturbado com algo. Por acaso você tem gritado com o seu baço?”. Ela disse que o baço ficou doente porque ele pensou que isso era o que Talbot queria. Ele tinha dado mensagens erradas, ela disse, e agora o baço estava confuso. “Nunca, nunca fique com raiva do seu corpo ou com seus órgãos internos”, ela disse, “apenas envie mensagens positivas para eles”.

    12. A Matriz dos manipuladores procura construir uma realidade de consenso na qual a mente humana coletiva, o inconsciente coletivo de Jung, aceita a “verdade” prevalente que ela está programada para acreditar. Quanto mais isso acontece, mais poderosos são os padrões de pensamento que mantêm a realidade manipulada coesa e mais densos os hologramas irão parecer. Nós estamos nos hipnotizando mutuamente através da aceitação e imposição das normas, que leva a compartilharmos das mesmas ilusões básicas. O objetivo é solidificar a ilusão de consenso ainda mais, removendo os desafiantes e as alternativas a ela.

    A realidade da Matriz está construída com pensamentos ilusórios altamente desbalanceados (medos) que produzem padrões vibratórios de baixa freqüência. Aqueles presos à ilusão da Matriz ressoam nesses padrões e quanto mais preso você está, mais devagar será sua vibração. Cria-se um círculo vicioso com ambos, a prisão e os prisioneiros, contribuindo para a sobrevivência da Matriz.

    Até que esses padrões de freqüência sejam desafiados por aqueles que vibram na Unicidade e na harmonia, a Matriz irá prevalecer, já que medo e desarmonia são a Matriz. A analogia mecânica desse fenômeno pode ser observada, por exemplo, quando colocamos dois violinos próximos um do outro: ao acionarmos uma corda em um dos violinos, a mesma corda do outro violino irá começar a vibrar, no que é chamada de ressonância simpatética.

    Quando temos um pensamento, nós estamos enviando ondas de som em freqüências que os 5 sentidos não podem ouvir (infrasom) e este som ressoa um padrão espacial de freqüência. Mude o som - o pensamento, a realidade - e o mundo muda. Parece que esses campos de pensamento formam vórtices, como redemoinhos em uma pia, que podem tornar-se fixos e rígidos, correspondendo a opiniões fixas, pontos de vista imutáveis e senso rígido da realidade, que resistem a mudanças.

    O que acontece quando uma pessoa desafia o sistema e oferece uma outra realidade? Ela é ridicularizada, condenada, despedida, marginalizada, atacada financeiramente, aprisionada ou, mesmo, morta. O que está realmente acontecendo em um nível vibracional? É a expressão dos 5 sentidos do padrão de energia da Matriz que está forçando a corda vibrante desajustada a entrar na linha. Podemos ver as conseqüências em tais rebeldes sendo atacados de várias formas, pois para a Matriz eles representam um tom de freqüência diferente que precisa ser jogado de volta para a linha vibracional prevalente da Matriz. É comum vermos políticos que começam desafiando o sistema e, depois, tornam-se advogados dele.

    Não podemos acabar com a prisão da Matriz reagindo “lá fora” com armas, bombas, raiva e ódio, porque isso irá tornar a freqüência da Matriz ainda mais forte, contribuindo para o seu padrão de desarmonia. A solução encontra-se “aqui dentro”, mudando os nossos padrões próprios de vibração e nos conectando com a Unicidade, a harmonia e o amor. Se mudarmos a nós mesmos, nós mudamos o nosso mundo, nossa realidade. A Matriz é uma construção vibracional e para remover seu controle temos que romper o poder vibracional que ela tem sobre nós. Na realidade, a maior parte desse 'poder' é simplesmente nossa ignorância de que tal controle existe.

    Nós estamos criando o nosso próprio universo, um único para nós. Quanto mais você redefine sua realidade, com relação ao consenso, mais você irá se destacar da multidão e ser um prego acima do resto. A razão dos manipuladores procurarem martelarem essas pessoas de volta para o conjunto dos outros pregos bem enfiados em uma base de madeira é que elas ameaçam sabotar a própria realidade de consenso da qual a Matriz depende. Essas pessoas mostram que existe mais de uma realidade possível. Os visionários são pessoas perigosas para os manipuladores e eles desejam se ver livres delas. Uma pessoa independente é um demônio para um manipulador da realidade de consenso!

    Quando nos for dito para fazer ou acreditar em algo, pergunte: “quem decidiu isso?”, “por que devo fazer ou acreditar nisso?”. Eu sou o Um Infinito, não TENHO que fazer ou acreditar em nada que eu não queira. Melhor, nem faça essas perguntas...

    13. Que momento excitante para estar aqui nesta ilusão dos 5 sentidos! Nós estamos voltando para casa, apesar de nunca termos partido! Apenas nos enganamos que tínhamos partido! A gargalhada é muito importante nisto tudo. Não existem lágrimas no “céu”; nem sofrimento no Um. O que podemos fazer, a não ser gargalhar? Aqui estamos correndo em torno de um laço no tempo, como um rato em sua roda giratória, acreditando em um tempo que não existe. Quanto mais rápido nos movemos para frente, mais rápido nós vamos para trás, quando, na verdade, nunca vamos a lugar nenhum. Que gozação! Nossos corpos apenas “morrem” porque nós pensamos que eles morrem. Nós apenas sentimos dor e ficamos doentes porque nós pensamos que isso ocorre. Nós ficamos velhos porque nós pensamos que nós ficamos. Nós batemos a cabeça contra uma parede sólida que não pode ser sólida; nós chutamos nosso dedão na perna da mesa, apesar da mesa ser uma ilusão, assim como o dedão. Nós temos medo do futuro, apesar de não existir futuro. Nós lamentamos o passado, quando não existe passado. Nós temos medo do desconhecido apesar de termos o conhecimento de Tudo que existe. Um sábio chinês disse: "finalmente, no fim quando tudo está terminado e todas as questões foram respondidas, não existe mais nada a fazer a não ser sentar e dar uma ótima gargalhada".


    Você quer dizer que a Lua não é real? Não é. E que tal o Sol? Também não é? Mas eu estou caminhando sobre a Terra, certo? Não, você está de pé sobre sua mente. OK, te vejo amanhã? Não existe amanhã. Está acontecendo agora, exatamente como ontem. Que hora são? Aquela que você pensa que é. Você está brincando, certo? Está me tirando um sarro? Não, é verdade, honestamente. Isso é realmente verdade? Sim, se você pensa que é! Somos uma Unicidade Infinita. Nós não podemos morrer e nós somos aquilo que escolhemos ser por toda a eternidade. O que acontece, nós fazemos acontecer e temos o poder infinito para mudar.

    FONTE: http://www.sintoniasaintgermain.com.br/Matrix.html

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    Tags: holográfico, universo Anexos

    11 NA NUMERALOGIA... 11-11-2009


     
     
    11 NA NUMERALOGIA...
     
     
     
     
     
    11-11-2009
    11-11-2+0+0+9
    11-11-11
    1+1-1+1-1+1
    2-2-2
    6
     
     
     
    Lindo Nº 6
     
     
     
     
     
     
     
    NO TAROT- OS AMANTES
     
    OS ENAMORADOS
     
     
     
     
     
     
    Beijinhos para Casablanca...
     
    Beijinhos para Hicham...
     
    Beijinhos para Todos/as os/as Enamorados/as...
     
     
    Bom Dia de S. Martinho
     
    11 - 11 - 2009
     
     
     
    Irene Guimarães
     
    11 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL
     

     

    AMORES VENCIDOS!!!


     

     

    AMORES REPRIMIDOS...

    AMORES VENCIDOS!!!

     

    FOTO: CASA DA MINHA MÃE - 2008

    As Alegrias e os Amores, plantados/as, tratados/as, regados/as, pela minha Mãezinha...

    Agora, num apartamento, florescem na varanda, na sala...

    Onde ela põe as Mãos...

     

     

    Mãos de Ouro...

     

     

    AMORES VENCIDOS!!!

     

    Beijinhos da filha Irene

    11 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL


    November 10

    AUTORITARISMO E ESOTERISMO


     
     
    AUTORITARISMO E ESOTERISMO
     
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    Andréa Cortiano
     
     
    Como Eliminar o Autoritarismo no Movimento Esotérico
    Christmas Humphreys


    O texto a seguir foi publicado originalmente na revista The Theosophist, Adyar, Índia, em junho de 1925, e mais tarde na revista The Indian Theosophist, em Varanasi, em agosto de 1986, pp. 184-189. As duas revistas são da Sociedade Teosófica de Adyar. No artigo, no entanto, Humphreys levanta um dos princípios fundamentais que deram origem à Loja Unida de Teosofistas, LUT: a necessidade de manter e preservar a autonomia de cada buscador da verdade, evitando a
    obediência cega
    . Humphreys deixou a S.T. de Adyar em
    1924. Veja a nota sobre o autor, ao final deste texto.




    Esta questão torna necessário um exame da relação entre três conceitos associados, embora diferentes. O primeiro deles é a diferença que existe entre um princípio e a sua aplicação, que é a mesma diferença entre o abstrato e o concreto. O segundo conceito envolve a doutrina do que nós chamaremos genericamente de autodependência ou autodeterminação, e o terceiro é simbolizado pela mais desrespeitada das palavras: lealdade.


    O Abstrato e o Concreto

    A teosofia de hoje está, infelizmente, tornando-se mais e mais materialista, e uma das causas parece ser o fator seguinte. A Sociedade Teosófica oferece ao mundo um corpo de princípios gerais que são considerados fragmentos da Sabedoria Eterna. O estudante de teosofia aplica um destes princípios a um conjunto particular de fatos, de acordo com a sua própria interpretação dele. Isso é o correto. Mas este fragmento cristalizado de um princípio geral, colorido pela interpretação individual do estudante, é placidamente aceito por aqueles que são demasiadamente preguiçosos para pensar por si mesmos, e propagado por eles como sendo um princípio da teosofia. Disso surgem fórmulas de conduta e dogmas sobre cada questão que são – para todos, exceto para o estudante original – tão mortas e vazias de significado quanto qualquer outra forma de dogma. Por exemplo, é um princípio da teosofia que existe uma só vida. “Em conseqüência”, diz um estudante ao pensar profundamente sobre a questão, “nós não devemos usar calçados de couro”. Esta é a aplicação do conceito de unidade da vida à vestimenta pessoal. Mas isto não é teosofia no sentido de que possa ser transmitido ao mundo como um fragmento da Lei. No entanto, muitas pessoas asseguram que “a Teosofia estabelece que não devemos usar calçados de couro”. Os princípios são claros: que cada estudante se embeba deles e os aplique por si mesmo; mas que ele, ao mesmo tempo, deixe os outros livres para fazer o mesmo.

    Devemos sugerir uns aos outros, sem dúvida, modos pelos quais qualquer princípio dado possa ser aplicado, mas é recomendável não dogmatizar, porque cada um deve ser, em última instância, seu próprio intérprete da lei. Em resumo, que a teosofia seja dada ao mundo no nível mental superior, ou conceitual, e que a sua aplicação seja adaptável às necessidades e aos pontos de vista particulares de todos os que buscam a Verdade, seja por que linha de trabalho for.



    Autodeterminação

    Havendo erguido a discussão a um nível de princípios, prossigamos. Proponho agora a idéia de que há uma só forma de lealdade, que é a lealdade a nós mesmos, ou ao eu superior. Devemos, portanto, examinar primeiro a doutrina da autodeterminação, a qual, para os efeitos deste artigo, pode ser citada como a afirmação críptica “eu sou eu”, e tudo o que decorre dela. Isso equivale a uma identificação com o Eu Superior, que pode ser considerado como a parte relativamente permanente do nosso ser, em contraste com os seus veículos temporários de expressão, ou personalidade. Entre outras considerações que se seguem logicamente da nossa primeira premissa está a rejeição de quaisquer disciplinas de qualquer fonte, exceto a disciplina do Eu sobre o eu inferior, o não-eu ou personalidade. Em segundo lugar, e quase como conseqüência da anterior, a necessidade de um perfeito controle da personalidade por parte do eu superior. Finalmente, e para o nosso raciocínio talvez seja o ponto mais importante, o direito intrínseco de adotar por nós mesmos uma linha de conduta, e de segui-la firmemente, enquanto isto não ferir o direito idêntico dos outros.


    Lealdade

    O ato de seguir o eu superior adquire importância suprema, e todas as outras considerações devem ceder a ele. Esta, pelo menos, parece ser a lei dos Grandes Seres. O Mestre “M.”, escrevendo para A.P. Sinnett sobre o tema do discipulado, estabelece que “só aqueles que comprovaram ser fiéis a si mesmos e à Verdade em todas as situações terão permissão, no futuro, para manter contato conosco”. [1] De fato, Polonius falou para toda a eternidade quando aconselhou a Laertes:

    Acima de tudo, isto: seja honesto com você mesmo
    E em conseqüência, tão certamente como a noite segue o dia,
    Você não poderá ser falso para com homem algum
    . [2]

    Mas, quando há desonestidade com o Eu, surge um conflito interno em que o eu inferior mente inutilmente para o eu superior e experimenta um considerável desconforto devido a um fator que nunca pode ser completamente ignorado: a presença, na consciência, da memória de um erro passado. Todo idealista compreende a substância da lealdade a si mesmo. Suponhamos que eu tente ser leal a certo ideal. Então, a quem devo ser leal ao seguir aquele ideal? A meu Eu. Porque é meu eu superior que é idealista, não a personalidade. Não é uma conseqüência lógica que ao ser leal a um ideal eu estou apenas sendo leal ou honesto comigo mesmo?

    Vamos considerar agora a natureza do que é considerado “lealdade pessoal”. Esta ocorre quando uma pessoa decide ser leal a alguma outra pessoa, e “apoiá-la” em quaisquer situações. Uma tal lealdade pessoal deveria ser o reflexo de uma causa oculta, e não uma causa em si mesma. Deveria ser o resultado da cooperação harmoniosa de dois eus superiores, e não a obediência cega a uma personalidade enquanto se ignora totalmente a violação de princípios básicos. No entanto, é sabido que mesmo grandes seres se deixaram cegar pela personalidade de outros. Que as personalidades sigam personalidades, se quiserem, mas quando Eu, o eu superior, aceito dar minha lealdade a uma mera personalidade, por maior que seja aquela personalidade, eu deixo, ao fazer isso, de confiar inteiramente em meu eu superior, e consequentemente deixo de ser verdadeiro comigo mesmo. Ao colocar assim minha confiança em outro, renuncio virtualmente ao trono do eu superior, e portanto renuncio a meus poderes de percepção espiritual, isto é, ao poder de entrar em contato com a Verdade.

    O eu superior segue princípios e leis inalteráveis, e só o eu inferior, o não-eu, segue personalidades. Como, então, posso ser leal a outros e, ao mesmo tempo, “ser honesto com meu próprio Eu”? Não será, a resposta, que a melhor lealdade aos outros é a constante lealdade ao nosso eu superior? Quem examinar esta idéia verá que é correta. Um homem que apenas segue personalidades não é confiável, do ponto de vista do eu superior cuja personalidade ele decide seguir, porque pode ser levado adiante para outra busca, em um momento crítico, por alguma outra “personalidade mais atrativa”. Por outro lado, um pensador independente, que segue acima de tudo seus próprios ideais e princípios, é sempre confiável. O líder pode contar com seu apoio leal porque compreende que o seguidor está trabalhando com o mesmo objetivo que ele, e que trabalha com igual fidelidade pelo ideal que ele representa aos seus olhos. Mas o líder também sabe que se ele se mostrar desleal para com o ideal comum, com toda certeza seu seguidor o abandonará. Assim, a própria autenticidade dos seus apoios o mantém na linha determinada originalmente. A obediência cega pode ser elogiável em um campo de batalha militar, mas tem pouca utilidade para a evolução espiritual.

    A única contradição aparente a este princípio é, quando bem examinada, a sua melhor ilustração. Pode ser alegado: “E onde está a invariável devoção do discípulo por seu Mestre?” Mas será que neste caso o discípulo segue uma personalidade? É claro que não. É uma relação pelo menos tão elevada quanto a de um eu superior que segue um eu superior, e talvez algo ainda mais alto. Os Mestres não definiram a si mesmos em Luz no Caminho como “símbolos do eu superior”? A conclusão é que ao seguir o Mestre o discípulo está apenas sendo leal com seu próprio eu superior. Tampouco a explicação metafísica desta doutrina da lealdade é difícil de entender. Há apenas um Eu, e como poderia, aquele que é leal a um fragmento deste Eu dentro de si mesmo, ser desleal a qualquer outro fragmento instalado em outro ser humano? E, ao contrário, como é que um homem que seja leal a algo que é não-Eu, como uma personalidade, pode permanecer fiel ao Eu Uno? Seja leal ao Eu, e o problema da lealdade estará automaticamente resolvido.



    Tipos de Liderança

    Há três tipos principais de liderança. Em primeiro lugar, a liderança espiritual, ou a devoção do irmão mais novo pelo irmão mais velho na evolução. Isto, como vimos, é apenas o fato de seguir fielmente o Eu interior. Em segundo lugar, a liderança no que se pode chamar de aspecto-forma. Estes líderes são simplesmente trabalhadores administrativos, peças dentro da engrenagem de uma organização. Estes dois tipos são os dois extremos. Mas entre eles há um terceiro. Na maior parte dos casos, as pessoas que se unem para formar uma nova unidade elegem alguns dos seus membros para que ocupem uma posição dual. Estas pessoas têm um cargo no aspecto-forma, e ao mesmo tempo são respeitadas em maior ou menor grau como líderes espirituais. Lideram ao mesmo tempo o aspecto formal ou administrativo e o aspecto vital do qual a organização retira sua força. Bem, é um axioma do mundo administrativo que os dirigentes executivos são encarregados de trabalhar dentro de certos limites, e que serão obedecidos enquanto se mantiverem dentro daqueles limites. De outro modo não haveria por que nomeá-los. Isso assegura o bom funcionamento da organização. Portanto, na medida em que qualquer líder é um funcionário administrativo atuando dentro dos limites, você obedece a ele. Mas, na medida em que ele é um líder administrativo, você, seu eu superior, está disposto a seguir tal líder apenas enquanto o caminho dele e o seu forem o mesmo. Porque você, seu verdadeiro eu, está comprometido primariamente com os seus princípios.

    Mantenha clara a função dual deste líder e o problema da lealdade está resolvido. E aquela função dupla se resolve a longo prazo como uma questão de eu superior e de personalidade. No aspecto-forma você obedece a um dirigente eleito, porque só assim a administração pode ser realizada; mas no aspecto-vida você segue princípios, segue seu eu superior, e só segue pessoas na medida em que elas corporificam aqueles princípios. Esta distinção leva a uma organização disciplinada e de funcionamento eficaz, composta de unidades livres e independentes – o que certamente é o ideal. Porque quanto mais independentes forem as unidades, mais fielmente elas seguirão os dois aspectos dos seus líderes. Trabalhando apenas para o bem do conjunto, eles obedecem a seus dirigentes no aspecto-forma, enquanto conservam sua independência no aspecto-vida.

    Estes princípios parecem claros e inquestionáveis, mas sua aplicação não é nem um pouco fácil. A linha da lealdade a si mesmo raramente, ou nunca é, o caminho de menor resistência. Mas, embora este seja um caminho difícil, há quem prefira os seus rigores do que as “agulhadas internas” de uma consciência sempre atenta. Porque, ao seguir o caminho mais difícil, você só tem o mundo para enfrentar, mas se desviar deste rumo entrará em conflito com o Eu superior. Escolha, então – porque cedo ou tarde a decisão tem de ser tomada. A lealdade a si mesmo é algo muito maior do que apenas um “último recurso”. É o princípio fundamental da conduta. O caminho que ele abre é o único Caminho Correto na evolução, e um caminho que, seja como for, deve, em última instância, ser trilhado por toda alma que evolui.




    Sobre o Autor

    Christmas Humphreys (1901-1984) escreveu numerosos e importantes livros sobre Budismo, que foram publicados em várias línguas. Em 1924, afastou-se da Sociedade Teosófica de Adyar, que havia perdido o rumo e o bom senso, e fundou com seus colegas a Sociedade Budista de Londres, uma das primeiras sociedades budistas do Ocidente. Christmas Humphreys foi um dos grandes pioneiros da transmissão do budismo para o mundo ocidental. Ao mesmo tempo, permaneceu unido ao movimento teosófico por laços de amizade e cooperação prática. Seus livros são lidos por teosofistas no mundo todo.

    Em 1962, com ajuda de Elsie Benjamin, Humphreys organizou a terceira edição, revisada, das Cartas dos Mahatmas Para A. P. Sinnett (TPH, Adyar, Índia). Entre as obras que escreveu estão O Budismo e o Caminho da Vida (Ed. Cultrix, SP, 210 pp.), An Approach to Zen, (Quest, TPH, Wheaton, EUA), The Search Within, a course in meditation (TPH-Blavatsky Trust, 1977), The Wisdom of Buddhism (Curzon-Humanities, London, 1987), e Concentration and Meditation (Watkins Publishing, London, 1973). (NT)



    NOTAS:

    [1] “Mahatma Letters to A. P. Sinnet”, editadas por A. T. Barker, 1ª ed., Londres, p. 264. (Nota de Christmas Humphreys)

    [2] Sem dar-se ao trabalho de citar em detalhe, C. Humphreys menciona aqui a cena III da peça “Hamlet”, de William Shakespeare. Polonius e Laertes são personagens da peça. (NT)

    fontes: http://www.blavatskytrust.org.uk/html/c_humphreys.htm
    http://www.filosofiaesoterica.com/ler.php?id=259

    Tags: autoritarismo Responder esta

     

     

     Irene Guimaraes

    10 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL

     
     
     
     

    November 09

    "forninho d´avenida" - RESTAURANTE - TROFA


     
     
     
    RESTAURANTE - TROFA
     
    "forninho d´avenida"
     
     
     

     

     

    No "forninho d´avenida" - Restaurante, na Trofa, passo bem!!!

     Na mesa e à conversa...

    A Aurora foi minha aluna no Ano Lectivo 1981/2 - na Trofa.

     

    Acontece que, tendo o Restaurante e a servir com Qualidade, faz-me bem a convivência e recordar histórias...

     

    Beijinhos para a Aurora, filhas e clientes...

     

    Fotos: 08 de Novembro de 2009

     

    Irene Guimarães

    09 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL


    SER ÍNDIGO E A MINHA VIDA...

     


     

    SER ÍNDIGO E A MINHA VIDA...

     

    Porque é Muito Importante, copiei e publico neste Espaço, que também é seu...

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    Como diz Drunvalo Melchizedek: "As crianças vão liderar o caminho."











    Questões relacionadas à Saúde
    Existem duas disfunções claramente associadas aos Índigos:
    ADD (Attention Deficit Disorder) Desordem de Déficit de Atenção e
    ADHD (Attention Deficit Hyperactive Disorder) Desordem Hiperativa de Déficit de Atenção.

    Os Índigos são freqüente e erroneamente diagnosticados como ADHD ou ADD porque se recusam a obedecer. Quando assistimos ao filme de Clint Eastwood, nós aplaudimos a rebeldia dele. No entanto, quando o mesmo espírito está evidente nas crianças, nós damos drogas a elas (Ritalin é a droga mundialmente usada).

    Diante disso, é importante enfatizar os seguintes pontos:
    1. Nem todos os Índigos são ADD ou ADHD.
    2. Nem todas as crianças com ADD ou ADHD são Índigos.

    Algumas pesquisas, como a encontrada em [mediconsult.com], estimam que existem de 3 a 5 milhões de crianças ADHD. Se adicionarmos aquelas com deficiência de aprendizado, o quadro pode chegar a 10 milhões de crianças ou mais. Sendo assim, a entidade NIMH (National Institute of Mental Health) - Instituto Nacional de Saúde Mental dos Estados Unidos, passou a considerar ADHD como uma prioridade nacional com liberação de muita verba para pesquisa. Entre várias pesquisas, destacaremos a chamada CRP:

    Polaridade Reversa Crônica (CRP)
    Keith R. Smith descobriu a polaridade reversa crônica (CRP) como um remédio para a síndrome da fadiga crônica há anos atrás por acidente. Desde então, ele tem percebido que muitos dos sintomas de ADHD em crianças são idênticos ao CRP em adultos. Quando ele começou a testar crianças com ADHD suas suspeitas foram confirmadas. Quase todas as crianças com ADHD que estiveram em seu consultório apresentaram polaridade reversa crônica. Uma vez que ele adicionou remédio herbáceo para esta condição como pré-requisito para um plano nutricional, coisas maravilhosas começaram a acontecer para as crianças. Elas começaram a responder ao tratamento e melhoraram.
    A maioria delas se tornaram "boas".

    Todo sistema e processo no corpo físico é baseado em eletricidade. Em nossos processos mentais, o sistema imunológico e o coração são todos parte de um vasto sistema que utiliza eletricidade. O corpo humano é um sistema elétrico que se auto-contém e se auto-gera. A qualquer momento em que a eletricidade está em operação, campos magnéticos são criados, sendo que campos magnéticos possuem polaridade: isto é, possuem pólo norte e pólo sul. Se você submeter um ímã ao stress, ele reverterá a polaridade, ou seja, em essência, os pólos norte e sul serão trocados.
    Desde que o corpo humano é baseado em eletricidade e tem um campo magnético sutil, certas condições tais como stress poderão reverter os pólos como num ímã. Isso pode ser temporário e é tratado como tal por vários profissionais de medicina alternativa/holística. Na prática, ele descobriu que a polaridade reversa pode durar muito e pode ser difícil de curar sem um entendimento perfeito de uma variedade de condições.

    Ele foi levado a descobrir que a polaridade reversa freqüentemente se torna crônica e parece ser o maior fator na causa de: síndrome da fadiga crônica, depressão, ansiedade, doenças do sistema imunológico, câncer, ADHD e muitas outras disfunções que não parecem se curar com tratamentos padrões. Sintomas variados criam confusão de como tratar o problema, que geralmente passa desapercebido, até o aparecimento de um sintoma mais pronunciado.

    O Sistema Elétrico do Corpo
    A condição de polaridade reversa enfraquece a força elétrica do corpo. Stress prolongado é a maior causa disso. Como a carga elétrica do corpo enfraquece, sintomas ocorrem como sinais de aviso. Se a carga do corpo cair abaixo de 42 hertz, o sistema imunológico não pode resistir a doenças. Nos estágios iniciais de CRP, os sinais de aviso do corpo podem incluir dor nas costas, músculos rígidos, ou dor de cabeça; se nós não dermos atenção a estes sintomas e não pararmos para recarregar nossa força elétrica, os sintomas podem piorar para fadiga extrema, depressão, ansiedade, enxaqueca, dormência e dor crônica em áreas fracas.

    Com a polaridade revertida, o sistema de auto-preservação torna-se inativo. Os sinais elétricos usuais para o sistema imunológico parecem destruir ao invés de proteger.
    Alguns principais sintomas de CRP tem um paralelo exato com os sintomas de ADHD; por exemplo, memória recente fraca e problema de concentração.

    De acordo com diagnóstico da Associação de Psiquiatria Americana, o diagnóstico de ADD e ADHD requer 9 sintomas de falta de atenção e 9 de hiperatividade/impulsividade, que podem desenvolver antes dos 7 anos e persistir por no mínimo 6 meses e que sejam suficientemente severos para interferir nas atividades sociais e escolares normais:

    Falta de Atenção
    1. Prestam pouca atenção aos detalhes e cometem erros sem se importarem
    2. Têm dificuldades de prestar atenção
    3. Não escutam as pessoas
    4. Não possuem continuidade nas tarefas sem terminá-las
    5. Têm dificuldades de organização
    6. Evitam atividades com um substancial esforço mental ou concentração
    7. Freqüentemente perdem coisas necessárias na escola e em outras atividades diárias
    8. Ficam distraídos facilmente
    9. Freqüentemente se esquecem de atividades rotineiras.

    Hiperatividade/Impulsividade
    1. Freqüentemente irrequietos e retorcendo
    2. Freqüentemente abandonam o assento quando deveriam permanecer assentados
    3. Sempre correndo e subindo em lugares impróprios
    4. Têm dificuldades em se encaixar em jogos mais moderados ou em outras atividades
    5. Estão sempre em movimento como se tivessem um motor
    6. Falam demais
    7. Soltam respostas prematuramente
    8. Têm dificuldades em aguardar a vez
    9. Freqüentemente interrompem e atrapalham os outros.

    Segundo Keith R. Smith, a polaridade reversa crônica é contagiosa, não causada por germes mas pela proximidade. Se você colocar uma bateria carregada próxima a uma descarregada, a bateria carregada perderá carga. Da mesma forma, crianças circundadas por pais estressados (CRP), ou no útero de tais mães, podem ter sua polaridade revertida inconscientemente pelos pais. Isso freqüentemente ocorre antes do nascimento e continuam à medida que a criança desenvolve sem intervenção para quebrar o ciclo. Ele prevê que pesquisadores vão provar que isso cria desequilíbrio químico no cérebro e desordem nervosa desencadeando os sintomas já mencionados.

    Resumo
    Na pesquisa sobre as Crianças Índigo, alguma coisa se tornou quase aparente para nós: mesmo embora estas crianças formem um grupo relativamente novo, sua sabedoria sem idade está nos mostrando um nova e mais amável maneira de estar, não só com elas mas com cada um de nós.
    (Traduzido, adaptado e gentilmente cedido por Dailton Menezes, junho 2001.)


    FONTE: http://www.flordavida.com.br/HTML/indigo.html

    ADD (Attention Deficit Disorder) Desordem de Déficit de Atenção
    Distúrbio do déficit de atenção sem hiperatividade

    Distúrbio do déficit de atenção sem hiperatividade (ADHD-I or ADHD-PI) é um dos três subtipos de transtorno de déficit de atenção e hiperatividade (TDAH).

    Esse transtorno é algumas vezes chamado apenas de distúrbio de déficit de atenção pelo público em geral, mas esse termo foi modificado em 1994 pelo Manual Diagnóstico e Estatístico de Desordens Mentais (DSM-IV), quarta edição.

    Descrição e diferenças em relação aos outros subtipos de TDA
    As características marcantes desse tipo de transtorno são a facilidade de distração com devaneios frequentes (imaginação "viajante"), desorganização, procrastinação, esquecimento e letargia/fadiga. Ao contrário do que ocorre nos outros subtipos, não são comuns traços de hiperatividade. O ADHD-I geralmente é diagnosticado muito mais tardiamente que os outros subtipos de ADHD, provavavelmente porque a falta de sintomas de hiperatividade torna a doença mais discreta. Os sintomas não precisam estar presentes o tempo todo, um dos motivos pelos quais alguns profissionais preferem o termo "inconsistência de atenção" ao invés de "déficit de atenção". O ADHD-I aumenta significantemente o risco do abandono prematuro do ensino médio e superior.

    Pais e professores podem interpretar erroneamente as causas das atitudes e comportamentos de uma criança com TDAH-I e, talvez, fazerem frequentemente repreensões inadequadas, como: "você é irresponsável", "você é desorganizado", "você não se esforça", etc. Algumas crianças acabam entendendo que são diferentes de alguma forma, mas, infelizmente, isso não impede que elas aceitem as críticas indevidas, criando uma auto-imagem negativa e, pior ainda, auto-alimentada.

    Frequentemente, a ausência de tratamento e diagnóstico faz com que a desatenção, frustrações e baixa auto-estima criem uma série de problemas de relacionamento pessoal, além de problemas de desempenho no ensino superior ou no trabalho (aliados aos problemas de relacionamento, também nesses ambientes). Esse quadro, principalmente considerando-se a baixa auto-estima e as frustrações, acaba levando frequentemente a outros distúrbios (como os de humor ou de ansiedade) e ao uso de drogas.[1]

    Alguns especialistas, como o Dr. Russell Barkley,[2] argumentam que TDA-PI (PI = predominantemente desatento) é tão diferente do TDAH tradicional que deveria ser considerada uma desordem distinta. Dr. Russel cita alguns sintomas comuns entre pacientes com TDA-PI -- particularmente a quase ausência de desordens de conduta e comportamentos de alto risco -- e respostas bastante diferentes a medicamentos estimulantes.

    Sintomas

    Critérios do DSM-IV

    O DSM-IV permite o diagnóstico do subtipo predominantemente desatento se o indivíduo apresentar os seguintes sintomas de desatenção por pelo menos seis meses (chegando ao ponto de ser prejudicial ao seu desenvolvimento):

    1. Frequentemente não dá a atenção devida a detalhes ou comete erros típicos de descuido na escola, no trabalho ou em outras atividades.
    2. Frequentemente tem problemas em manter a atenção em tarefas ou atividades recreativas.
    3. Frequentemente parece não dar ouvidos quando lhe dirigem a palavra.
    4. Frequentemente não segue instruções e falha em concluir tarefas escolares, pequenas tarefas ou obrigações no trabalho (não devido a oposição ou não compreensão das instruções).
    5. Frequentemente tem problemas organizando atividades.
    6. Frequentemente evita, não gosta ou não quer fazer coisas que exigem tempo e esforço mental.
    7. Frequentemente perde coisas necessárias para as tarefas e atividades (ferramentas, brinquedos, canetas, livros, etc).
    8. Frequentemente se distrai.
    9. Frequentemente esquece atividades do dia-a-dia.

    Um requisito ao diagnóstico de TDA-PI é que os sintomas prejudiciais precisam estar ou ter estado presentes antes dos sete anos de idade e serem observados em pelomenos dois campos distintos da vida do indivíduo (casa e escola ou casa e trabalho, por exemplo). Há, ainda, evidências clínicas de prejuízo no convívio social e no desempenho acadêmico e ocupacional. Observa-se, ainda, que esses sintomas não devem ocorrer exclusivamente durante outras desordens (como esquizofrenia) e não devem ser melhor enquadrados por outros distúrbios (de humor, de ansiedade, de desassociação, de personalidade, etc).

    Exemplos de sintomas observados

    Crianças [3]

    * Falha ao prestar atenção a detalhes, bem como erros provenientes de descuido ao fazer tarefas escolares ou outras atividades.
    * Problemas para manter a atenção centrada durante tarefas ou brincadeiras
    * Aparentar não ouvir quando lhe dirigem a palavra
    * Falha em seguir instruções ou terminar tarefas
    * Evita tarefas que requerem grande esforço mental e organização, como projetos escolares
    * Perda frequente de itens necessários para facilitar tarefas ou atividades
    * Distrai-se com excessiva facilidade
    * Frequentemente esquece-se das coisas
    * Adia tarefas e tem dificuldade em iniciá-las
    * Dificuldade em fazer as tarefas da casa

    Adultos [4]

    * Frequentemente comete erros característicos de descuido quando trabalhando em projetos que não são do seu interesse ou são difíceis
    * Dificuldade em manter a atenção centrada no trabalho
    * Dificuldade em concentrar-se em conversações
    * Dificuldade em terminar projetos já iniciados
    * Dificuldade em organizar-se de forma a concluir as tarefas
    * Evita ou adia o início de projetos que requerem esforço mental
    * Frequentemente guarda em locais inapropriados ou perde coisas em casa ou no trabalho
    * Facimente distrai-se devido a outras atividades ou ruídos
    * Dificuldade em lembrar de compromissos ou obrigações

    Referências

    1. ↑ Triolo, Santo. Attention Deficit Hyperactivity Disorder in Adulthood: A Practitioner's Handbook. Philadelphia, PA: pp. 65–69.
    2. ↑ "Russell Barkley on AD/HD" (2000)
    3. ↑ What we know National Resource Center on AD/HD
    4. ↑ WHO adult AD/HD inattentive symptoms [1] National Resource Center on ADHD

    * Portal Medicina Portal Medicina
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Portal:Medicina

    * Portal Psicologia Portal Psicologia
    http://pt.wikipedia.org/wiki/Portal:Psicologia

    Ligações externas

    * http://www.adda-sr.org/reading/Articles/mooreinattentive.htm
    * http://www.psychnet-uk.com/readers_articles/adhd_general.htm
    * http://www.aqeta.qc.ca/english/general/types/23.htm
    * http://www.cwgsy.net/community/mindinfo/add/addi.htm

    FONTE:http://pt.wikipedia.org/wiki/Dist%C3%BArbio_do_d%C3%A9ficit_de_aten...


    ADHD (Attention Deficit Hyperactive Disorder) Desordem Hiperativa de Déficit de Atenção.
    Transtorno do déficit de atenção com hiperatividade
    O Transtorno do Déficit de Atenção com Hiperatividade (TDAH) é um transtorno neurobiológico,[1] inicialmente relacionado a uma lesão cerebral mínima. Nos anos 1960, devido à dificuldade de comprovação da lesão, sua definição adquiriu uma perspectiva mais funcional, caracterizando-se como uma síndrome de conduta, tendo como sintoma primordial a atividade motora excessiva e o déficit de atenção(no entanto existe também o Distúrbio do déficit de atenção sem hiperatividade). O transtorno nasce com o indivíduo e já aparece na primeira infância, quase sempre acompanhando o indivíduo por toda a sua vida.


    Características

    O transtorno se caracteriza por sinais claros e repetitivos de desatenção, inquietude e impulsividade, mesmo quando o paciente tenta não mostrá-lo. Existem vários graus de manifestação do TDAH, os mais caracterizados são tratados com medicamentos, como o cloridrato de metilfenidato (Ritalina ou Concerta em sua versão comercial), Bupropiona, Modafinil e Antidepressivos Tricíclicos como a Imipramina. Recebe às vezes o nome DDA (Distúrbio do Déficit de Atenção) ou SDA (Síndrome do Déficit de Atenção). Em inglês, também é chamado de ADD, as iniciais de Attention Deficit/Hyperactivity Disorder (ADHD.)

    Na década de 1980, a partir de novas investigações, passou-se a ressaltar aspectos cognitivos da definição de síndrome, principalmente o déficit de atenção e a impulsividade ou falta de controle, considerando-se, além disso, que a atividade motora excessiva é resultado do alcance reduzido da atenção da criança e da mudança contínua de objetivos e metas a que é submetida. É um transtorno reconhecido pela OMS (Organização Mudial da Saúde), tendo inclusive em muitos países, lei de proteção, assistência e ajuda tanto aos que têm este transtorno ou distúrbios quanto aos seus familiares. Há muita controvérsia sobre o assunto. Há especialistas que defendem o uso de medicamentos e outros que, por tratar-se de um Transtorno Social, o indivíduo deve aprender a lidar com ele sem a utilização de medicamentos[1].

    Segundo Rohde e Benczick o TDAH é um problema de saúde mental que tem como características básicas a desatenção, a agitação (hiperatividade) e a impulsividade, podendo levar a dificuldades emocionais, de relacionamento, bem como a baixo desempenho escolar; podendo ser acompanhado de outros problemas de saúde mental. Os autores Rohde e Benczich, caracterizam o TDAH em dois grupos de sintomas.

    A imagem da esquerda ilustra áreas de atividade cerebral de uma pessoa sem TDAH e a imagem da direita de uma pessoa com TDAH. Há certa controvérsia sobre o estudo do Dr. Alan Zametkin que produziu estas imagens, pois as crianças que fizeram parte do estudo tinham maioritariamente disfunções severas.

    Sintomas relacionados à desatenção

    * Não prestar atenção a detalhes;
    * ter dificuldade para concentrar-se;
    * não prestar atenção ao que lhe é dito;
    * ter dificuldade em seguir regras e instruções;
    * desvia a atenção com outras atividades;
    * não terminar o que começa;
    * ser desorganizado;
    * evitar atividades que exijam um esforço mental continuado;
    * perder coisas importantes;
    * distrair-se facilmente com coisas alheias ao que está fazendo;
    * esquecer compromissos e tarefas;
    * problemas financeiros;
    * tarefas complexas se tornam entediantes e ficam esquecidas;
    * dificuldade em fazer planejamento de curto ou de longo prazo.

    Os sintomas relacionados à hiperatividade/impulsividade

    * ficar remexendo as mãos e/ou os pés quando sentado;
    * não permanecer sentado por muito tempo;
    * pular, correr excessivamente em situações inadequadas;
    * sensação interna de inquietude;
    * ser barulhento em atividades lúdicas;
    * ser muito agitado;
    * falar em demais;
    * responder às perguntas antes de concluídas;
    * ter dificuldade de esperar sua vez;
    * intrometer-se em conversas ou jogos dos outros;
    * a presença de TOC.

    Para se diagnosticar um caso de TDAH é necessário que o indivíduo em questão apresente pelo menos seis dos sintomas de desatenção e/ou seis dos sintomas de hiperatividade; além disso os sintomas devem manifestar-se em pelo menos dois ambientes diferentes e por um período superior a seis meses. Pessoas com TDAH tem problemas para fixar sua atenção em coisas por mais tempo do que outras, interessantemente, crianças com TDAH não tem problemas para filtrar informações. Elas parecem prestar atenção às mesmas coisas que as crianças que não apresentam o TDAH prestariam. Crianças com TDAH se sentem chateadas ou perdem o interesse por seu trabalho mais rapidamente que outras crianças, parecem atraídas pelos aspectos mais recompensadores, divertidos e reforçativos em qualquer situação, essas crianças também tendem a optar por fazer pequenos trabalhos no presente momento em troca de uma recompensa menor, embora mais imediata, ao invés de trabalhar mais por uma recompensa maior disponível apenas adiante. Na realidade, reduzir a estimulação torna ainda mais difícil para uma criança com TDAH manter a atenção. Apresentam também dificuldades em contrloar impulsos. Os problemas de atenção e de controle de impulsos também se manifestam nos atalhos que essas crianças utilizam, em seu trabalho. Elas aplicam menor quantidade de esforços e despendem menor quantidade de tempo para realizar tarefas desagrádaveis e enfadonhas.

    Causas

    As pesquisas têm apresentado como possíveis causas de TDAH a hereditariedade, problemas durante a gravidez ou no parto, exposição a determinadas substâncias (chumbo) ou problemas familiares como: um funcionamento familiar caótico, alto grau de discórdia conjugal, baixa instrução, famílias com baixo nível socio-econômico, ou famílias com apenas um dos pais. Famílias caracterizadas por alto grau de agressividade nas interações, podem contribuir para o aparecimento de comportamento agressivo ou de oposição desafiante nas crianças. Segundo Goldstein, alguns fatores podem propiciar o aparecimento do TDAH quando em condições favoráveis, por isso as causas do TDAH são de uma vulnerabilidade herdada ao transtorno que vai se manifestar de acordo com a presença de desencadeadores ambientais. A ansiedade, frustração, depressão ou criação imprópria podem levar ao comportamento hiperativo.

    Quem pode diagnosticar TDAH

    O diagnóstico de TDAH é fundamentalmente clínico, realizado por profissional que conheça profundamente o assunto, que necessariamente deve descartar outras doenças e transtornos, para então indicar o melhor tratamento.[1] O termo hiperatividade tem sido popularizado e muitas crianças rotuladas erroneamente. É preciso cuidado ao se caracterizar uma criança como portadora de TDAH. Somente um médico (preferencialmente psiquiatra) psicólogo especializado ou terapeuta ocupacional [2] podem confirmar a suspeita de outros profissionais de áreas afins, como fonoaudiólogos, educadores ou psicopedagogos, que devem encaminhar a criança para o devido diagnóstico. Existem testes e questionários, como o site da psicóloga Cleide Heloisa Partel, especialista em TDAH, [3] que auxiliam o diagnóstico clínico [2] Hoje já se sabe que a área do cérebro envolvida nesse processo é a região orbital frontal (parte da frente do cérebro) responsável pela inibição do comportamento, pela atenção sustentada, pelo autocontrole e pelo planejamento para o futuro. Entretanto, é importante frisar que o cérebro deve ser visto como um órgão cujas partes apresentam grande interligação, fazendo com que outras áreas que possuam conexão com a região frontal possam não estar funcionando adequadamente, levando aos sintomas semelhantes aos de TDAH. Os neurotransmissores que parecem estar deficitários em quantidade ou funcionamento, em indivíduos com TDAH, são basicamente a dopamina e a noradrenalina, que precisam ser estimuladas através de medicações.

    Algumas pessoas precisam tomar estimulantes como forma de minorar os sintomas de déficit de atenção/hiperatividade, entretanto nem todas respondem positivamente ao tratamento. É importante que seja avaliada criteriosamente a utilização de medicamentos em função dos efeitos colaterais que os mesmos possuem. Em alguns casos, não apresentam nenhuma melhora significativa, não se justificando o uso dos mesmos. A duração da administração de um medicamento também é decorrente das respostas dadas ao uso e de cada caso em si.

    O uso de medicamentos
    Info Aviso: O PORTAL DOS ANJOS não é um consultório médico. Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.

    O tratamento baseia-se em medicação se necessário e acompanhamento psicológico[4], fonoaudiológico, terapeuta ocupacional ou psicopedagógico. É importante que seja avaliada criteriosamente a utilização de medicamentos em função dos efeitos colaterais que os mesmos possuem. Mais de 80% dos portadores de TDAH beneficiam-se com o uso de medicamento.[1] Em alguns casos, não apresentam nenhuma melhora significativa, não se justificando o uso dos mesmos. A duração da administração de um medicamento também é decorrente das respostas dadas ao uso e de cada caso em si.

    Famílias caracterizadas por alto grau de agressividade nas interações, podem contribuir para o aparecimento de comportamento agressivo ou de oposição desafiante nas crianças, o que pode ser denomiado de Hiperatividade de fundo social, diferente de TDAH.

    * Nota: Alguns autores usam a terminologia Desordem em lugar de Transtorno, portanto DDAH em lugar de TDAH.

    Referências

    1. ↑ 1,0 1,1 1,2 TDAH:Causas, Sintomas, Diagnóstico e Tratamento. Portal Banco de Saúde. 2009. TDAH Guia Completo
    2. ↑ TDAH: Questionários e escalas. Associacao Brasileira do Déficit de Atenção. ABDA

    FONTE: http://pt.wikipedia.org/wiki/Transtorno_do_d%C3%A9ficit_de_aten%C3%...



    ALGUNS LIVROS PARA ESTUDO:




    Livro - Crianças Índigo - Carroll Lee
    As crianças índigo estão chegando. Preparadas na espiritualidade, estão nascendo por toda a parte. Sua missão é ajudar a construir um mundo novo.





    incêndio destruir a sua aldeia, Índigo parte com a mãe em busca de um novo lugar para viverem os dois. Quando finalmente o encontram, os habitantes estranham a pele azulada deste menino que sabe falar a língua dos animais e das fadas, imitar o canto dos pássaros e subir aos ramos mais altos das árvores. A verdade é que a sua presença vai mudar profundamente cada um dos habitantes da aldeia. Índigo é confrontado com desafios inimagináveis.

    A Autora:
    Inês de Barros Baptista nasceu em Lisboa, a 29 de Setembro de 1966. Licenciou-se em Línguas e Literaturas Modernas, pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa. Trabalhou vários anos em agências de publicidade, como copywriter, e iniciou-se no jornalismo em 1992, no jornal. Foi, durante oito anos, directora da revista Pais & Filhos. Colabora atualmente com a revista Pública.

    Livro: O Poder Índigo
    Tereza Guerra

    O Universo e o nosso Planeta viajam no Tempo a alta velocidade e vibração.

    É, pois, fundamental consciencializarmo-nos de que o futuro é um “presente” que deve ser vivido em Autonomia e Integridade, para que floresça, em cada um de nós, o Poder Índigo

    A Auto Consciência Índigo é um caminho de aprendizagem que nos libertará dos males e negatividade tridimensional…

    Uma nova visão nos ajudará a evoluir consciencial e espiritualmente conduzindo-nos a viagens multidimensionais e cósmicas na Era da Luz e do Amor…

    Desvendando os segredos da criança interior que existe em cada ser humano…

    O Novo Tempo está aí e com ele as Novas Crianças e um Novo Poder!..

    Já que, como referiu o cientista e pensador à autora:

    “As Crianças Índigo são as primeiras borbulhas do Novo Tempo…”
    José Argüelles


    Publicado pela Editora Livros Novalis.
    IN: http://www.casa-indigo.com/

     

     

     

    fonte: http://www.share-purification.com/purification/port.htm


          Visit Caminhos da NOVA ERA (Paths of New Ag


    SUTIL PRESENÇA
    Não procure por nós, nós acharemos você...
    Não espere por nós, nós já estamos aqui...
    Não sussurre nosso nome, pois nós conhecemos você muito bem...
    Nós amamos você desde sempre, e por toda a eternidade,o tempo dirá...
    Nós somos seus Anjos Guardiões.

    Que a paz que vem do Espírito Santo de Deus, seja poderosamente lançada em seu coração, mente, espírito, alma e corpo físico!
    Aquela verdadeira PAZ que transcende a todo entendimento humano!
    Esta estará te acompanhando sempre, em nome de Jesus!
    A paz, que ninguém, nem circunstância alguma poderá roubar de você!

     

    Eventos

    4º EVENTO KRYON NO BRASIL - A Força das Águas limpando o Oceano Interior Celular
     
     
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    Irene Guimarães
     

     
     
     
     
    09 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL

     


     

     

     

     

     

     
    November 07

    NOVA ROTA - CASABLANCA


     
     
    NOVA ROTA
     
     
    CASABLANCA
     
     
     
     
     
     
    Nova Rota - Casablanca
     
    Novo Amor...
     
     
     
     
     
    Beijinhos...
     
    Irene Guimarães
     
    07 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL
     

    November 04

    FLAMINGOS NO DESERTO... MERZOUGA - MARROCOS


     

    FLAMINGOS NO DESERTO...

     

    FOTO: ISMAIL ACHABOU

     

    MERZOUGA - MARROCOS

     

         
     

    Refrescando... 

    FOTOS: 31 de Maio de 2009 - MERZOUGA

     

    maps.google.com
    Ver OS MEUS LUGARES... http://m-irene-guimaraes.spaces.live.com 
     

    Irene Guimarães

    04 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL


    November 03

    QUANDO NOS AMAMOS...


     

    QUANDO NOS AMAMOS...

     

    Docinhos de Mel e Coroa de Raínha de CASABLANCA - MARROCOS

     

    No Coração de Inês e Irene

    Três docinhos enrolados

    É um Amor Perene

    De Mel, Muito Açucarados...

     

    Quando nos Amamos, descobrimos no/a outro/a, o que há em nós!!!

     

    Irene Guimarães

     03 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL


    A VIDA


     

    A VIDA

     

      

    Todas as fotos deste vídeo:

    http://m-irene-guimaraes.spaces.live.com

     

    Obrigada ao Amigo Deutz Sales

    www.homeusite.com

     Por esta Linda Surpreza...

     

    Minhas fotos no vídeo...

     

    Pescou-as no blog, como quem pesca Almas para  o Bem...

     

    Estou Muito Grata e Feliz

    Irene Guimarães

    03 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL


    November 01

    NOITE DAS BRUXAS...


     
     
     
    NOITE DAS BRUXAS...
     
    Entre Trofa e Vila do Conde...
     
     
     
     
       
     
    Fotos: 31  de Outubro e 01 de Novembro de 2009
     
    "FORNINHO D´AVENIDA" - RESTAURANTE - TROFA
     
    BAR "SECA", PRAIA DA Sª DA GUIA - VILA DO CONDE
     
     
    Pois, a seguir a uma Muito Boa Noite...
     
     
     
     
     
     
    Fotográfica...
     
     
     
     
     
     
    Abro o PC...
     
     
     
     
     
     
     
    Fazer Slides...
     
     
    Para os Bruxinhos da Minha Vida...
     
     
    Muitas Cabacinhas vão Rolar...
     
     
     
     
     
     
    E Cabecinhas também....
     
    Cabecinhas ocas...
     
     
     
     
     
     
    Beijinhos da Praia da Sª. da Guia...
     
    Do Mar de Vila do Conde...
     
     
     
     
     
     
    Iluminados pela Lua Cheia...
     
     
     
     
     
     
    Irene Guimarães
     
    01 de Novembro de 2009 - TROFA - PORTUGAL